FUNDAÇÃO GILEADE - Transformando vidas através da música


Música e sonho, uma combinação perfeita!

 Esse jovem acreditou no seu sonho. Assista o vídeo e veja que história emocionante. 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 13h01
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Sanfoneiro Maluco

Queridos leitores, fim de semana chegando, é hora de dar uma pausa. 

Vejam que legal o vídeo em stop motion que o sanfoneiro Gutemberg Silveira fez tocando a música tema  de Top Gear e BOM FIM DE SEMANA!



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 17h57
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Teoria Musical, realmente é necessário estudá-la?

Teoria Musical, realmente é necessário estudá-la?


Quem participa de alguma rede social, com certeza, já se deparou com comentários e citações sobre grandes personalidades da música que não sabem ler partitura ou não conhecem teoria musical. É realmente incontestável que a música se nutre do sentimento (do feeling), da interpretação do músico. Claro que é perfeitamente possível ser um músico excelente sem nenhum conhecimento teórico sobre música. O problema é que as pessoas que não gostam de teoria musical usam desse argumento para não estudá-la, mas elas estão simplesmente se enganando.

Sejamos realistas, o fato do Jimi Hendrix não saber teoria musical não é, nem de longe, um bom argumento para que não estudemos. Primeiro, porque a teoria musical é um facilitador, ou seja, conhecendo a teoria entendemos os porquês e, portanto, evoluímos com maior velocidade. Segundo, porque 99,99% de nós nunca terá a genialidade de Hendrix, estudando teoria musical ou não.

O fato de Luciano Pavarotti ter dito que aprender música lendo partitura é o mesmo que fazer amor por correspondência, nada tem a ver com uma apologia anti-teoria-musical como muitos gostam de afirmar para justificar sua falta de empenho, e sim, que a música precisa ser sentida, tocada não só com seu instrumento, mas com sua pele, com sua alma. A teoria musical é importante, mas não podemos ser robôs, escravos de um pentagrama ou de uma regra melódica qualquer. Na música, sempre haverá espaço para a ousadia, sempre haverá espaço para que um músico coloque seu olhar, sua interpretação em qualquer música que estiver tocando, seja lendo uma partitura ou não.

Amigo, se você me permitir, gostaria de lhe dar um conselho.
 Estudar ou não estudar teoria musical é uma decisão sua. A teoria musical tão pouco é uma garantia de sucesso no mundo da música, ela é apenas mais uma ferramenta para a evolução musical. Se você resolver estudar, ótimo! Compre um livro, faça um curso (o nosso...eheheh), freqüente uma escola, peça a um amigo mais experiente que você para te dar umas dicas.

Se resolver não estudar, ótimo também! Só não espere milagres.

Como a maioria das coisas na vida da gente, só com esforço e dedicação é que conseguimos alcançar nossos objetivos.  Jimi Hendrix, por mais genial que tenha sido, certamente não ficava deitado no sofá esperando sua inspiração chegar...

fonte; http://www.pratiquemusica.com.br/teoria-musical.jsp



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 17h09
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Vacas curtem Jazz

Vacas curtem Jazz

O gosto musical das vacas é bem melhor que o dessa juventude colorida.

As vacas também curtem música de acordeon.

 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 16h21
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Como dar nome a sua banda

Como dar nome a sua banda

A banda está pronta, ensaiada e não tem nome!

Dar nome a alguma coisa talvez seja uma das tarefas mais difíceis em qualquer área. É uma decisão que, a princípio, é pra sempre…ou não.  Mas com certeza vai envolver até quem não está na história. Quem já não fez aquelas listas enormes com palavras mil pra mostrar até pra vovó  e encontrar um consenso …ou melhor maioria dos envolvidos. Sugestões de qualquer pessoa podem ser ouvidas, mas há pessoas que possuem conhecimento da área (profissionais de Naming) e são capazes de entender um ato tão simples …simples!?…?… acho que  não!.

O que é preciso saber ?

Um bom nome precisa ser sonoro e ao mesmo tempo visualmente agradável. Conhecimentos de Lingüística, Semiologia, Antropologia e até os aspectos técnicos e jurídicos podem ajudar. Um brainstorm sobre a história, situações vividas, composições, estilo musical renderá inúmeras sugestões.

Desenvolver nomes é um grande jogo de palavras. Recorrer ao dicionário faz parte do processo criativo. Podemos também criar novas palavras (neologismo).

Veja, abaixo, os principais processos de formação de palavras:

Derivação: prever, desordem, refazer ou  capitalista, realizar, docemente.

Composição: Duas palavras que formam uma.

a) Justaposição – as palavras formadoras se mantém sua forma:

Passatempo, amor-perfeito, pé-de-moleque.

b) Aglutinação – as palavras formadoras se mudam  sua forma:

Aguardente – água + ardente

Planalto – plano + alto

Embora – em + boa + hora

Fidalgo – filho + de + algo

A maior dificuldade é encontrar um nome que não esteja em uso. Melhor seria inventar uma nova palavra para não correr este risco… por isso a moda das siglas para nomear bandas. Pense na marca da banda, na imagem que esse nome irá gerar. A pronúncia pode até ser agradável, mas não que será visualmente bonito. Seu nome não será apenas ouvido, mas também  lido e mentalizado.

Veja abaixo a história de alguns nomes:

AC/DC – A irmã de Angus e Malcolm Young, Margaret, criou o nome. Aparentemente ela achou a sigla em um eletrodoméstico, e achou que casava bem com a banda, visto que tinha a ver com eletricidade (AC/DC é um indicativo de corrente contínua e alternada). Depois descobriram que era também uma gíria que designava bissexuais mas já era tarde. São infundadas as versões de que o nome seria uma sigla para Anti-Christ/Dead-Christ (anticristo, cristo morto).

aerosmith

Aerosmith – O nome Aerosmith não significa absolutamente nada. Foi proposto por Joey Kramer e segundo Steven Tyler foi o único nome entre vários propostos que ninguém odiou.

alice-in-chains

Alice In Chains – Paródia masoquista de Alice no País das Maravilhas. A idéia inicial (que nunca chegou a acontecer) era de tocarem covers de Slayer usando vestidos.

angra

Angra – O nome foi escolhido por duas razões: por ser um nome tipicamente brasileiro (dado à “Deusa do Fogo”) e por parecer o adjetivo “Angry” (em inglês, raivoso).

black-sabbath

Black Sabbath – Um Sabbath Negro é uma reunião de bruxas e feiticeiras. A banda se chamava Earth e resolveu assumir o nome de uma música composta por Geezer Butler, inspirada em um suspense do novelista Denis Wheatley.

capital-inicial

Capital Inicial – Antes do Capital existir, seus integrantes tocavam por pura diversão em bandas brasilienses, levando seu som, com influências punk, aos bares e praças da cidade, barbarizando a Capital Federal. Mas, engana-se quem pensa que o nome da banda tem a ver com Brasília. Eles não tinham mesmo a grana para começar; não tinham o capital inicial.

counting-crows

Counting Crows – Tirado de um verso premonitório inglês: “…if you hang on to the flimsyness of anything, you might as well be standing there, counting crows…” (Se você se dependurar na flacidez de um objeto, você estaria melhor contando corvos).

creedence-clearwater-revival

Creedence Clearwater Revival – Segundo o baterista Doug Clifford: “Nós tínhamos o nome de Golliwogs, um nome que havia sido imposto por nosso empresário. Nós conhecíamos um cara chamado Credence Newball e nós gostamos do nome, mas chegamos a conclusão de que se nós usássemos o nome dele, ele iria nos processar. Então, não funcionou. Mas nós gostamos da idéia de “credence” (crença), por significar verdade e justiça, algo que nós como idealistas na época, nos identificávamos muito. A gente acrescentou a letra E no Credence para ficar totalmente diferente. “Clearwater” veio de um comercial da cerveja Olympia, que mostrava uma imagem de ventos indo e vindo, algo que possuía uma certa compatibilidade com o nosso ideal de “rumos abertos”. “Revival” era o renascimento de nós mesmos, nós não faríamos mais o que nosso empresário mandasse, ou coisas que não gostaríamos de fazer”.

deep-purple

Deep Purple – A avó do Ritchie Blackmore gostava da música “Deep Purple” de Bing Crosby.

dishwalla

Dishwalla – Termo na Índia usada para designar pessoas que vendem pratos de satélite no mercado negro.

duran-duran

Duran Duran – Vilão do filme “Barbarella” estrelado por Jane Fonda.

extreme

Extreme – Inicialmente chamado de Dream até descobrir outra banda com esse nome. Enquanto imaginavam algo em torno de ex-Dream chegaram a Extreme. Segundo o baterista Paul Geary: “O nome do nosso grupo tem muito a ver com o nosso som. De Prince a Led Zeppelin, nós tínhamos uma ampla gama de influências”.

led-zeppelin

Led Zeppelin – O baterista do the Who, Keith Moon, achou que a banda de Jimmy Page, que ainda se chamava The New Yardbirds, era pesada como chumbo e flutuava como um Zepelim. Daí Lead Zeppelin (Zepelim de Chumbo). Um Zepelin trata-se de um balão dirigível em forma de charuto. Mais tarde o nome foi mudado para Led Zeppelin para não ter dúvidas quanto à pronúncia.

pearl-jam

Pearl Jam – Uma das prováveis origens do nome Pearl Jam tem a ver com uma geleia (jam em inglês) feita pela avó de Eddie Veder (chamada Pearl) cuja composição incluía peyote.

the-police

The Police – Stuart Copeland teve a brilhante idéia de usar um nome que estaria todos os dias em todos os jornais.

ramones

Ramones – O Beatle Paul McCartney usou o pseudônimo Paul Ramone durante a primeira excursão dos Beatles à Escócia. A banda tomou emprestado dele o sobrenome.

red-hot-chili-peppers

Red Hot Chilli Peppers – Pimentas vermelhas ardidas. Segundo Anthony Kiedis: “Eu acho que foi em 1983 o primeiro show em que nós tocamos e fomos chamados de Tony Flow and The Miraculously Majestic Masters of Mayhem. Logo após o show, nós chegamos a conclusão que o nome era uma droga. Depois de uma semana pensando em milhares de nomes, o Flea veio com a idéia do nome Red Hot Chili Peppers que parecia muito apropriado pois transmitia energia, cor e sons”.

stone-temple-pilots

Stone Temple Pilots – Eles eram chamados de Mighty Joe Young, porem este era o nome de um cantor de blues. Gostavam do emblema do óleo de motor STP e começaram a buscar nomes com essas iniciais. Foram de Shirley Temple’s Pussy para Stereo Temple Pirates até chegarem finalmente em Stone Temple Pilots.

the-who

The Who – Eles se chamavam The High Numbers e chegaram a lançar um compacto assim embora insatisfeitos com o nome. A lenda conta que o pessoal estava bombardeando nomes possíveis até que alguém que já estava ficando surdo para as idéias, retrucou “Os Quem?”

yes

Yes – Segundo Jon Anderson: “Queríamos uma palavra que inspirasse uma forte convicção no que estávamos fazendo. Tínhamos que ter um título forte e correto para a banda”.



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 16h02
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Como compor uma música

Como compor uma música

De início alerto que não há formula mágica para composição, e, principalmente, para inspiração. Compor consiste, basicamente, em reunir elementos isolados, frutos de nossa experiência, que ordenados em determinados padrões resultam em uma peça única.

Compor, segundo muitos compositores, é antes de tudo transpiração. Não dá pra contar sempre com a inspiração, às vezes é preciso começar algo para ela surgir. Como se estivesse preparando o terreno, ela surgirá como um lampejo sem aviso. A espera pode ser longa ou curta, mas o importante é não desanimar.

O que vem primeiro, a música ou a letra? Nem uma coisa nem outra! Você deve pensar no tema da sua composição, no sentimento que irá transmitir. Assista a um filme, repare como a trilha sonora (sem serem as músicas que estarão no CD do filme ok?!), ou melhor, o fundo musical, ouça como as notas conduzem a sua percepção da cena. Isso acontece com a progressão de acordes da sua música, que dará a base da sua letra ou o inverso.

Algumas dicas para você compor melhor:

1- Leia poesia
2 – Estude os tipos de rima, de narração… (você aprendeu isso no colégio)
3 – Ouça música instrumental (Isso abrirá sua mente para novas harmonias e melodias)
4 – Estude progressões de acordes (procure no Google, no Youtube… existem várias lições)
5 – Trabalhe com motivos diferentes. Amor está em 90% das composições, pense em outros motivos.
6 – Mude a ordem dos acontecimentos do texto.
7 – Procure fazer parcerias. Isso lhe dará novos pontos de vista.
8 – Grave, sempre grave, não confie na sua memória.



Categoria: Sobre Música
Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h59
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Como decorar letras de música

Como decorar letras de música

Todo cantor, ou pelo menos a maioria, já teve um branco no palco. Aquela letra que você passa dias decorando some exatamente na hora do show. Pode até lembrar da melodia mas a letra… daí surge o “embromation”.

Existem alguns artifícios que uso para evitar esse problema:

1- Repeat

Conhece aquela opção “repeat” do seu player? Utilize durante todos os dias que antecedem o show. Importante que você acompanhe lendo a letra da música sem tentar cantarolar junto. Depois com o tempo, tente visualizar mentalmente a letra como se ainda a tivesse em mãos.

2 – Crie seu próprio clipe

Faça dos versos uma história. Mesmo que não exista uma conexão próxima de cada frase ou estrofe, imagine ligações de cenas para cada uma delas como se fosse a trilha sonora do seu próprio filme. Quando for cantar deixe esse filme passar pela sua cabeça, isso também ajudará muito na interpretação da música.

3 – Escreva

Use lápis ou caneta, tanto faz. A questão é que escrevendo você se concentra em cada “desenho” da letra ajudando na memorização.  Pegue um caderno velho e escreva a letra várias vezes mas você deve escrever como na execução, repetindo o refrão e o retorno da música.  Comece copiando da letra original e depois tente escrever sem nenhuma “cola”por perto.

Agora a parte científica nisso:

Localização do Hipocampo

 

O processo, descoberto em 1973, sobre o qual as memórias duradouras seriam sustentadas foi provado recentemente, por meio de estudos com ratos.

As memórias duradouras ocorrem por meio da potenciação de longa duração (LTP) no hipocampo quando algumas conexões entre células nervosas (sinapses) são fortalecidas por longo tempo.

“A estrutura do cérebro que está ligada à memória e ao aprendizado é o hipocampo. É nele que são associadas as informações de uma memória. Segundo o professor Iván Izquierdo, as memórias são basicamente associações. Quando nos lembramos de um evento importante, conectamos o que sentimos, vimos e ouvimos no momento para que a lembrança seja fortalecida. Uma informação isolada dificilmente fica gravada em nossa memória.”

fonte: http://brunofrancesco.com.br/cantar/como-decorar-letras-de-musica/#more-1433



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h57
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Já tentou imitar o som de um solo de guitarra?

Já tentou imitar o som de um solo de guitarra?


Michael Winslow (aquele da Loucademia de Polícia) mandando ver na imitação de guitarra nos bastidores, e também ao vivo, do talk show norueguês “Senkveld in Oslo Norway”. Acompanhado do músico Odd Nordstoga faz uma versão insanamente incrível de “Whole Lotta Love” da banda Led Zeppelin.



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h49
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Ajuda para despertar o interesse musical da criança:

Ajuda para despertar o interesse musical da criança:

A tarefa de desenvolver o gosto pela música e estimular as capacidades musicais de uma criança traz muitos benefícios. O ouvido humano concentra não só as funções auditivas como também é responsável pelo equilíbrio e noção de espaço. Daí a importância que a música exerce para a percepção de tempo e espaço. Contribui no desenvolvimento do raciocínio, na coordenação motora através do exercício do instrumento e na capacidade de organizar idéias.
Estudiosos acreditam que essa estimulação pode ser a forma mais rápida para se encontrar talentos musicais natos e desenvolvê-los.

Segue uma seleção de livros infantis sobre músicas.

Para comprar clique nas imagens.

A Música que Mudou a Minha Vida – Galera

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A vida de Audrey Cuttler não tem sido a mesma desde que aquela música chegou ao topo das paradas. Ela só queria ir a shows, andar com seus amigos e, talvez, arrumar um encontro com o gatinho do trabalho, mas agora Audrey é… famosa! Tudo por causa da música que seu ex-namorado fez sobre o rompimento dos dois – o hit do momento, quer dizer, um desastre! Agora, está na hora de Audrey contar o seu lado da história.

Go Girl! 19 – Louca Por Música

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Íris está muito empolgada: ela vai passar os próximos quatro dias tocando saxofone e fazendo novas amizades! Mas a garota está prestes a descobrir que, quando o assunto é amizade, não adianta querer seguir nenhuma partitura…

Flor de Maio

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Este livro conta a história de uma borboleta que nasce e… não pode voar em consequência de ação dos inseticidas, que destróem a natureza. Então aparecem uma cigarra e uma formiga, que mostram à borboleta que a solidariedade, o amor ao próximo e a força de vontade vencem qualquer obstáculo. O texto e as imagens vão encantar os leitores.

Música – Conforme a Nova Ortografia – Col. No Caminho das Artes

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Uma das intenções da Coleção No Caminho das Artes é informar leitores sobre diversas formas de arte, de maneira prazerosa, leve e ao mesmo tempo consistente. É exatamente o que faz a autora, num texto fluente, gostoso, que apresenta importantes informações – fundamentadas com cuidado e seriedade.

O Menino Sinhô – Vida e Música de Hermeto Paschoal para Crianças – Col. Clara Luz
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O livro traça a trajetória de vida músico Hermeto Pascoal, buscando na sua infância e nos costumes de sua terra natal – o agreste alagoano – valores, influências e pensamentos que contribuíram para sua formação humana e musical. Na infância, recebeu o apelido de Sinhô, por ser albino e ter o cabelo de um loiro quase branco, como o de um velhinho.

Fadinha Aninha 6 – Música Mágica !

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As fadas estão organizando um concerto, e a Fadinha Aninha mal pode esperar para fazer uma mágica e criar um maravilhoso vestido para a ocasião. Mas primeiro ela precisa ensaiar com os instrumentos musicais e, de alguma forma, acaba confundindo todas as notas. Parece que ela não consegue tocar nada! Será que a Fada Gelada está …

fonte: http://brunofrancesco.com.br/dicas/como-despertar-o-interesse-musical-da-crianca/


Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h54
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5 principais erros do cuidado com a voz

5 principais erros do cuidado com a voz

 

Antes de utilizar supostas soluções populares para acabar com os males que afligem a voz, é importante compreender os hábitos nocivos e o realmente funciona no tratamento vocal. Saúde vocal envolve um conjunto de procedimentos necessários à conservação e longevidade da voz.

1 – Balde de água no canto da sala

 

Essa prática não funciona. É indicada para quem fica em ambiente fechado com ar-condicionado (e estúdios geralmente são assim). O ar condicionado retira a umidade do ambiente e, automaticamente, do corpo e as vias respiratórias no caso a laringe onde estão as “cordas” vocais. O correto é a ingestão direta de água com maior frequência quando estiver nesse ambiente.

2 – Álcool
Desidrata a mucosa do trato vocal e anestesia o corpo, inclusive a laringe e então você abusa da sua voz e, claro você termina o show rouco! É mito que as bebidas (conhaque, uísque, vodka etc.) aqueçam a voz! O que acontece é a perda da inibição e o aumento da temperatura interna do corpo pelo efeito vasodilatador.

3 – Gengibre e spray de mentol, própolis …
Possuem um efeito antibactericida, isso é comprovado. Só que, por outro lado, eles anestesiam a prega vocal. Então você acaba perdendo a sensibilidade e passa a abusar inconscientemente da voz. O correto é usar quando há infecções mas que não se faça uso da voz durante o tratamento. Portanto não usar antes do show!

4 – E o mel, é bom?
O mel proporciona uma sensação de alívio e não tem a propriedade de anestesia. Mas não é indicado o uso antes de cantar pois a viscosidade (“engrossa”) e a quantidade da saliva são alteradas dificultando a lubricação ideal para o canto. Antes do uso da voz, é recomendável comer uma maçã, pois é adstringentes, deixa a saliva “fina” lubrificando melhor o atrito entre “cordas” vocais.

5 – Gargarejo com limão e vinagre funciona?
Tanto o limão, quanto o vinagre, se usados a longo prazo, destroem a mucosa do caminho percorrido pela voz. Portanto, não devem ser usados. O único gargarejo indicado é o de aguá com sal 1 copo com água morna (em temperatura aceitável a mucosa da boca) e 1 pitada de sal pode auxiliar pois o calor dilata os vasos e o sal tem efeito antisséptico.

 

Fonte: http://brunofrancesco.com.br/cantar/5-principais-erros-do-cuidado-com-a-voz/#more-1951



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h30
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Strap lock

Como criar seu próprio Strap lock

Strap lock, Trava Correia, Trava Alça… enfim aquele negócio pra sua guitarra não escapar da alça e cair no chão! Se você já pagou caro pelo seu instrumento e fechou a mão depois disso tem algumas soluções caseiras para “garantir” a segurança dele. Um Strap lock dependendo da marca pode custar R$ 50,00 mas com essas dicas você não gasta nem R$ 5,00.

Fonte:http://brunofrancesco.com.br/dicas/como-criar-seu-proprio-strap-lock/#more-1969



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h26
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Músico e Internet

A internet na vida do músico

 

Com o surgimento da internet muitas coisas mudaram para a vida do músico. Além da força para a divulgação do seu trabalho, neste post gostaria de falar da ajuda prática .

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Você é um músico do início da década de 90. O rádio e a TV, naquele momento, influenciam, e muito, no seu repertório e gosto musical da galera. Se você gostasse de uma música que tocou na rádio da padaria, por exemplo, ou você esperava o locutor falar o nome da música, ou então perguntava em qual estação está sintonizado o rádio, e corria pra casa para tentar ouvir novamente e pegar o nome da música e artista. Aí você tinha 3 opções:Image and video hosting by TinyPic

  • Ia pra loja mais próxima e comprava o LP ou CD ou Fita.
  • Ligava pra turma da banda e via quem tinha o tal disco.
  • (a melhor!!!) Tirava aquela fita k7 velha de guerra da gaveta e no momento certo apertava REC e PLAY… pronto você tinha mais uma música gravada em cima da outra mas… Alguns inconvenientes como: o locutor soltava algum comentário no meio daquele solo que você iria se “matar” pra tirar; Propaganda da emissora no meio da música “Numseikê FM a sua rádio”, ou então “comiam” o final da música que de 5 min. foi pra 3min. ( caso da música One do Metallica que nunca tocavam até o fim).

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  • Seu celular identifica a música sozinho quando você aproxima da caixa ou cantarola o refrão e já oferece a opções de compra da faixa.
  • Ou se não tem um celular tão “hightech” chega em casa e vai para os sites: Midomi ou Shazam para descobrir o nome da música e o artista.
  • Você baixa de graça no P2P ou Torrent ou Site de sua preferência ou um amigo passa via MSN.

Com a  música (ou parte dela) nas mãos, para aprender a tocar e cantar  eram mais 3 caminhos:

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  •  
    • Ia na banca procurar a revista com as cifras (sempre com alguns erros) dentre as milhares com cifras do Raul Seixas e Legião Urbana.

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  • Tirava a harmonia e solo na raça porque afinal você já era um músico sinistro e algumas horas indo e voltando as músicas não iriam lhe fazer mal (ou nem ia demorar isso tudo). A letra ( se for estrangeira) sabendo o idioma tudo bem …senão… embromation.
  • Pede pro seu professor de violão lhe passar tudo numa folha de caderno. Quanto à letra seu amigo poliglota escreve pra você.

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  •  
    • Mais de 200 sites de cifras e tablatura pra você escolher.
    • Programas que “ensinam” você a tocar a música em diferentes velocidades.
    • Vários vídeos no Youtube ensinando o passo-a-passo da música .

 

Fonte: http://brunofrancesco.com.br/papo-de-estudio/a-internet-na-vida-do-musico/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h18
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Festa do Músico

Divulgada programação oficial da Festa do Músico

Músicos de diferentes pontos do sul do país se encontrarão em Tucunduva nos dias 22 e 23 de novembro deste ano. Um dos maiores encontros de músicos do Brasil, a Festa do Músico já está em sua 24ª edição. Milhares de pessoas são aguardadas para prestigiar o encontro de bandas e os shows, que ocorrerá no ginásio municipal de esportes, no centro da cidade.

O humorista Wilmutt, a banda Brilha Som, Os Atuais, Chiquito e Bordoneio, Banda Passarela e Henrique Lemes são alguns dos shows confirmados. Nesta edição a festa abrirá espaço também para quem curte rock.

No Festival de Pop Rock que será realizado no dia 22 subirão ao palco cinco bandas de garagem. Ainda, durante a programação, serão realizadas palestras técnicas e worshop de música.

Para informações complementares estão à disposição o e-mail festadomusico@tucunduva.rs.gov.br ou pelo MSN festa_do_musico_tucunduva@hotmail.com.

Programação

Dia 22 de Novembro 2011 (terça-feira)

- 21h – Abertura Oficial;

- Show com o Humorista Willmutt

(Autor dos Trotes por Telefone).

- Show com Valdir Silveira Ribas – “O Poeta das Pedras”.

- Show Nativista com o Cantor Celso Souza,

Cantor da Música “Manotaços”.

- Festival Pop Rock- “Cinco Bandas de Garagem”.

- Show com a Banda Brilha Som – Feliz/RS (Lançamento do novo CD).

- Show com Tchê Barbaridade – Porto alegre/RS.

- Palco Livre – Mediante credenciamento no local.

Dia 22 de Novembro 2011 (quarta-feira)

- 8h30min – Café da Manhã – Colonial, Cadastramento dos Artistas

e Recepção com Banda de Fanfarra.

- 9h30min – Procissão de ônibus, caminhões e veículos dos

participantes (na cidade de Tucunduva).

- 10h30min – Culto Ecumênico com Músicas Gospel – Campal

- 12 h – Almoço Festivo

- 14h30min – Palestra sobre “Direitos Autorais” com SBACEM e ECAD

Local Auditório da “Câmara Municipal de Vereadores – anexo à Festa”

- 15h – Jogos de confraternização – Futebol

- 16h – Workshop com Tigrão Áudio – Palestra Técnicas de Áudio

- 16h30min – Workshop com Mazin Silva – Guitarrista

- 17h – Palco Livre para shows diversos

- 20h – Jantar Festivo

- 22h – Abertura oficial

- 22h30min – Shows

Presenças confirmadas:

- Show com Henrique Lemes – Tucunduvense vencedor dos Ídolos 2011,

da Rede Record de TV, Acompanhado pela Banda Carruagem

- Show com Marjory Porto – Finalista do Ídolos 2011 – Florianópolis/SC

- Show com Os Atuais – “Os Reis do Baile” – Tucunduva/RS

- Show com Banda Passarela – Erechim/RS

- Show com Chiquito & Bordoneio – Erechim/RS

- Show com Pérola Negra – Modelo/SC

- Show com Rainha Musical – Ivoti/RS

- Palco Livre. Mediante credenciamento no local.

Fonte:http://wp.clicrbs.com.br/santarosa/2011/10/23/divulgada-programacao-oficial-da-festa-do-musico/?utm_term=clicSanta+Rosa&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h03
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Músico recicla e reproduz em instrumentos os sons da natureza

Ele utiliza sementes, cascas, folhas e frutos secos.
Músico descobriu novas utilidades para materiais encontrados na natureza.

Do Globo Rural



 

Em meio à natureza, o músico Alexandre Bianchini, de Divinópolis, Minas Gerais, se desliga do mundo. Entre uma árvore e outra a atenção se volta para as sementes e os frutos secos. Para ele, um coquinho jerivá que cai, ganha outro significado.

Todo o material encontrado na natureza vai para um ateliê, onde se transforma em matéria-prima que dará origem a instrumentos de percussão. Um trabalho que exige paciência, tempo e, principalmente, um olhar diferenciado do artista. “Dou um cuidado especial com a afinação. O material chega com um timbre ou uma cor e à medida que vou trabalhando, o timbre vai mudando”, explica.

Assista ao vídeo com a reportagem completa e veja os diferentes tipos de sementes que reproduzem sons da natureza como o vento, o mar, raios e trovões.



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h02
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Guitarra e violão assinados por músicos cristãos

Guitarra e violão assinados por músicos cristãos


 

É o caso da guitarra EP 01, assinada pelo guitarrista da banda de metal gospel Destra, Eduardo Parronchi, e dos violões PM27/11/10, em versões nylon e aço, assinados pelo pastor, cantor e percussionista Paulinho Makuko, da banda Katsbarnea. Todos os instrumentos chegam com madeiras de primeira linha, cordas D'Addario e captadores com design de Bill Lawrence.
 
Fonte: Revista Comunhão

Fonte: http://musica.guiame.com.br/V2/noticias/item/1031-guitarra-e-viol%C3%A3o-assinados-por-m%C3%BAsicos-crist%C3%A3os.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter


Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h42
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Oportunidade/SP

Artistas interessados em prestar serviços em equipamentos da SMC – Bibliotecas, Teatros Distritais , Centros Educacionais Unificados (CEUs) e Casas de Cultura - como artista-orientador e como coordenador do Programa Vocacional, nas linguagens de artes visuais, dança, música e teatro, clique no link abaixo:

Edital

 



Categoria: Empregos/Concursos/Oportunidades
Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h23
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Billy Joel

Salvar e Publicar

 

(Do Jeito Que Você é)

Não se modifique, tentando me agradar
Você nunca me dasapontou antes
Eu não imagino você diferente
E eu não vejo mais você

Eu nunca deixei você em tempos de difíceis
Nós nunca precisamos chegar tão longe
Eu peguei os tempo bons, eu vou pegar os tempos difíceis
Eu vou pegar você apenas do jeito que você é

Não vá tentando uma nova moda
Não mude a cor do seu cabelo
Você sempre teve minha incontrolável paixão
Apesar de eu parecer não ligar

Eu não quero uma conversa inteligente
Não quero trabalhar tão duro
Eu só quero alguém para conversar
Eu quero você do jeito que você é

Eu preciso saber que você sera sempre
A mesma pessoa que eu conheci
O que tera que acontecer para você acreditar em mim
Do mesmo jeito que eu acredito em você.

Eu disse que eu te amo e isso é para sempre
E isso eu prometo do fundo do meu coração
Eu não poderia te amar mais
Eu amo você do jeito que você é



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 13h02
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Se inspire



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h51
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O bebê e a Música

O Bebê e a Música  

A música por sua própria essência, é beleza, ordem, regularidade, coesão, equilíbrio e proporção. Estudos comprovaram que a música interfere no desenvolvimento fetal e que os mesmos reagem com movimentos ao ouvirem os sons do meio ambiente onde sua mãe está inserida. A voz da mãe (fala, cantigas, etc...) e o ambiente sonoro que é proporcionado ao bebê, permitem que ele seja estimulado e emita algumas respostas. Da mesma forma que o bebê identifica  o som da voz da mãe, consegue identificar o tipo de música.  Após o nascimento, por volta do terceiro ou quarto mês de vida, aquelas melodias que foram cantadas durante a gestação são reconhecidas pelo bebê, que provavelmente esboçará alguma reação ao ouvi-la novamente. Através da música é possível estimular o bebê, reduzir o stress da mãe durante a gestação, parto e durante toda a vida. CDs de música clássicas, sons da natureza, músicas próprias para relaxamento são os mais recomendados.

Após o nascimento, a Música continua fazendo parte da vida da criança. Através das canções, elas são capazes de associar uma quantidade enorme de informações. A melodia funciona como um fio condutor e, mesmo aquelas que ainda não aprenderam a falar, ao ouvirem a mãe ou outras pessoas cantando sabem que aquela música conta uma história que tem começo, meio e fim. Para as crianças maiores, a seqüência da melodia, da letra e do ritmo faz com que elas pensem, elaborem suas idéias e se reorganizem enquanto estão cantando.  Através das canções as crianças vivenciam pelo menos três propriedades do som; altura, que é a diferenciação entre o som agudo e o som grave, duração, diferenciação entre som longo e o som curto e a intensidade,  que é a diferenciação entre o som forte e o som fraco.

É cada vez maior a produção de CDs infantis, mas deve-se escolher com critério;música de boa qualidade, composta especialmente para crianças por pessoas que entendem o universo infantil e que enriqueçam o seu conhecimento tratando de temas importantes do seu cotidiano.

Por todos estes motivos, a Música deve fazer parte da vida da futura mamãe e do bebê, tornando-se um momento prazeroso e de fortalecimento do vínculo mamãe-bebê.

Mônica Ajej - Psicóloga, pedagoga e educadora musical.

http://somsobretom.musicblog.com.br/r5813/CURIOSIDADES-MUSICAIS/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h49
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Curiosidades Musicais

Bethoven

Toda vez que o jovem Bethoven estudava violino, uma pequena aranha descia de sua teia e parava em cima de uma mesa, onde ficava escutando Bethoven tocar. Bethoven se encantava com a presença do inseto, até que um dia, sua mãe ao ver a aranha se assustou e esmagou-a. O jovem Bethoven ficou tão desolado, que parou de tocar violino.

Fonte: http://somsobretom.musicblog.com.br/r5813/CURIOSIDADES-MUSICAIS/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h47
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A utilização de sons com fins terapêuticos chama-se musicoterapia.


A musicoterapia é a utilização da música ou de seus elementos (melodia, som, ritmo e harmonia), com o objetivo de promover mudanças positivas físicas, mentais, sociais e cognitivas em seres com problemas de saúde ou de comportamento.

Pesquisadores da Universidade do Canadá, desenvolveram um estudo sobre os benefícios da musicoterapia para os animais. Segundo eles, cães e gatos submetidos a sessões de música, são mais dóceis e alegres do que os demais. Na Inglaterra, a musicoterapia para animais também não é novidade.

Segundo estudiosos, a música harmônica pode provocar oito efeitos positivos em animais (e humanos):

- anti-neurótico;
- anti-distônico (relaxante);
- anti-estresse;
- sonífero e tranqüilizante;
- regulador psicossomático;
- analgésico e/ou anestésico;
- equilibrador do sistema cárdio-circulatório;
- equilibrador do metabolismo profundo.

A música atinge diversos órgãos e sistemas dos animais: o cérebro, os pulmões, o aparelho digestivo, sangue e sistema circulatório, pele e mucosas, músculos e sistema imunológico.

Alguns autores recomendados por sua música, com efeitos benéficos: Mozart (efeito antidepressivo), Beethovem (estimula sentimentos superiores, intensos), Bach (estimula a introspecção, efeito repousante), Vivaldi (efeito relaxante), música barroca, música renascentista, etc. Os sons da Natureza (chuva, vento, mar, rio, etc) também são terapêuticas, pois tendo uma vibração constante, proporcionam bem-estar e relaxamento.

Músicas perturbadoras: músicas de ritmo muito marcado, como o samba ou dissonantes como o rock, não são indicadas para os animais. Sons muito altos podem assustá-los. O compositor clássico Wagner, não é aconselhável para animais, pois sua música estressa e hiperestimula.

Portanto, cuidado ao escolher a música que você e seu pet vão ouvir!

Coloque músicas relaxantes (como as de Mozart) adequadas às circunstâncias - isto é, se é hora do animal dormir, etc.

Prefira músicas calmas e harmônicas Não coloque o som muito alto (os animais escutam muito melhor que nós, e para eles pode ser insuportável), evite hard rock, rap. A exposição constante à música caótica e confusa, altera a estrutura do cérebro de humanos e animais.

Já há, em lojas especializadas, CDs com músicas indicadas e orientadas para os bichinhos!

Fonte: http://somsobretom.musicblog.com.br/r5813/CURIOSIDADES-MUSICAIS/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h39
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Estilos Musicais

Estilos Musicais


Cantar uma canção a plenos pulmões, na solidão do banheiro, lavando roupa, arrumando a casa, numa roda de amigos, para extravasar a alegria ou espantar a tristeza. “Quem canta seus males espanta!”. Coisa boa é cantar. Vamos então aprofundarmos mais o assunto. Você está sendo convidado a conhecer o universo dos vários estilos musicais do Brasil. Aproveite! INTRODUÇÃO

  • HISTÓRIA DOS ESTILOS MUSICAIS BRASILEIROS

MÚSICA INDÍGENA

Na época do descobrimento do Brasil as músicas das muitas tribos são executadas em solos e coros, acompanhados pela dança, bater das palmas, dos pés, flautas, apitos, cornetas, chocalhos, varetas e tambores.


MÚSICA AFRICANA

Em 1538 chegaram os primeiros escravos trazidos da África trazendo suas músicas, danças, idiomas, macumba e candomblé – criando a base primordial de uma nova etapa fundamental na história inicial da música brasileira. Outros estilos musicais africanos Em 1630 a cultura musical africana dos escravos negros é preservada e desenvolvida através dos Quilombos. Surgem as primeiras novas formas de uma música afro-brasileira, que desenvolveria o afoxé, jongo, lundu, maracatu, maxixe, samba e outros gêneros futuros.

MÚSICA CATÓLICA

  • Em 1549 chegam os primeiras missões dos jesuítas portugueses no Brasil , os padres passam a introduzir as noções elementares da música européia aos índios e a apresentar seus instrumentos musicais, num primeiro contato importante de fusão e influências na nascente história da música brasileira. A partir dos rituais religiosos das missões jesuítas nascem os primeiros cultos folclóricos populares dos habitantes locais como o 'reisado' e o 'bumba-meu-boi'. A música sacra, as melancólicas baladas e as modas portuguesas contribuem para a formação da música brasileira.

MÚSICA DOS BARBEIROS

  • Em meados do século XVIII, surgem, no Rio de Janeiro e Bahia, as lendárias e divertidas músicas de barbeiros. Segundo estudiosos, essa seria a primeira verdadeira manifestação de uma música popular brasileira instrumental de entretenimento público.Eles interpretavam – muito à sua maneira livre – fandangos, dobrados, quadrilhas, lundus e polcas num repertório bem diverso. Da música desses deselegantes mas charmosos barbeiros descalços, nasceriam os 'ternos', as bandas de coreto, as militares e o choro. Elas existiriam até meados do século seguinte.

MODINHA

Em 1750 surge até então o mais importante gênero musical – a modinha –, criado em Portugal, e responsável pelos aspectos melódicos e românticos na música brasileira, de grande influência até a Nova República, no início do século XIX.

LUNDU

Em 1780, é um dos elementos embrionários de formação do futuro samba, gênero musical trazido dos escravos bantos do Congo e Angola.

POLCA

  • No dia 3 de julho, é apresentada pela primeira vez a polca, no Rio de Janeiro, dança rústica da Boêmia Depois da apresentação brasileira, a polca vira a nova febre carioca. Além de dança de salão, o gênero invade teatros e ruas, tornando-se popular através dos próximos grupos de choro e grupos carnavalescos .

RANCHO CARNAVALESCO

  • Em 1870 surgiu no Rio de Janeiro o primeiro rancho carnavalesco. A partir de então, esboça-se os primeiros traços do samba através do batuque de origem africana.

ÓPERA NO BRASIL

  • O maestro-compositor brasileiro paulista Carlos Gomes (1836-1896) – compõe a ópera O Guarani –baseado na romance de José de Alencar.Com ela, pela primeira vez, nascia o Brasil para o mundo musical. Carlos Gomes foi, sem dúvida, o maior compositor das Américas no século XIX.

CHORO

Em 1880 Surge o choro (chorinho), no Rio de Janeiro, através de pequenos grupos instrumentais. As festas das quais os chorões participavam já eram chamadas de pagodes. Esta é também a época das serenatas de fins de noite.
MAXIXE

  • Em 1875 nasce o maxixe – a primeira dança de par e gênero musical modernos genuinamente brasileiros. Ele surge da mistura do lundu com o tango argentino, a habanera cubana e a polca. O maxixe foi considerado tão escandaloso e polêmico quanto o lundu.

MAXIXE

  • Em 1914 durante a Primeira Grande Guerra, e pela primeira vez em sua história, a música brasileira chama a atenção da Europa com o estilo embrionário e provocativo do samba – o maxixe –, que se torna um dos maiores sucessos de dança no velho continente até 1922.

FREVO

  • Em 1890 Surge o frevo em Recife, Pernambuco. Um dos mais importantes gêneros musicais e danças do país. O frevo nasce da polca-marcha o ritmo é frenético e contagiante, de coreografia individual improvisada e inspirada na capoeira, apoiada no uso de sombrinhas e guarda-chuvas.

MARCHA CARNAVALESCA

  • Em 1899 a pioneira compositora carioca de classe média Chiquinha Gonzaga (1847-1935) – a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil (em 1885) –, compõe a primeira marcha carnavalesca da história da música brasileira chamada "Ô Abre Alas", um enorme sucesso e de grande influência na consolidação das bases iniciais da música popular brasileira.

CANDOMBLÉ E UMBANDA

  • Em 1900 os ritmos do candomblé e umbanda são oficialmente aceitos como parte integrante da cultura brasileira. Preservam-se as músicas, escalas musicais, instrumentos como agogô, cuíca, atabaque, e suas ricas bases polirítmicas.

SERTANEJO

  • Em 1914 canções sertanejas se popularizam entre as classes média e alta, música sertaneja poderia também compreender o xaxado, o baião e toda manifestação musical das regiões Norte-Nordeste.

SAMBA

  • Em 1917 Considerado o nascimento oficial do samba. Este típico samba carioca, que mistura maxixe com frases rítmicas do folclore baiano, mais tarde espalha-se pelo Brasil e domina o carnaval.

Em 1920-50 Antecedendo a bossa nova, surge o samba-canção, um tipo mais lento, melancólico e romântico, orquestral e introspectivo do gênero, também conhecido como samba de meio do ano, ou seja, aquele lançado depois dos sambas de carnaval. Sob forte influência do bolero, o samba-canção se firmaria mesmo a partir de 1930 . SAMBA CANÇÃO
VILLA LOBOS Em 1938-45 período em que o compositor e regente Heitor Villa-Lobos (1887-1959) compõe a Bachiana no. 5 – da célebre série de 9 – para canto e orquestra de violoncelos, sendo esta a mais admirada e tocada de todas, tendo sido, por vários anos, um dos discos mais vendidos nos Estados Unidos, Villa-Lobos é considerado o mais importante gênio musical do continente, no século XX
BAIÃO

  • Em 1946 a música "Baião", do pernambucano Luiz Gonzaga (1912-1989) – com letra de Humberto Teixeira –, desponta de Norte a Sul do país com a força de um novo estilo musical revolucionário urbano derivado da música de raízes rurais e folclóricas nordestinas.

ROCK ROLL

  • Em 1955 com fortes ecos dos Estados Unidos e Inglaterra, o rock'n'roll aterrisa incipiente no país através de versões, quando Nora Ney grava a versão "Rock Around The Clock". A primeira grande estrela do gênero é Celly Campelo (1942-) com os hits "Estúpido Cupido" e "Banho de Lua" já no início dos anos 60. O rock'n'roll populariza-se com outras versões de sucessos norte-americanos,

BOSSA NOVA

  • Em 1958, com a canção "Chega de Saudade" (Antonio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes), gravada por Elizeth Cardoso é inaugurada oficialmente a bossa nova

MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

  • Em 1960 surge o termo MPB – Música Popular Brasileira,de década a década, o termo MPB mudaria sua abrangência de estilos e ampliaria seu significado

JOVEM GUARDA

  • Em 1965, o cantor Roberto Carlos é o Rei da Juventude nacional na liderança do movimento Jovem Guarda, apresentando um programa semanal homônimo de televisão, na TV Record, na capital de São Paulo, ao lado de Erasmo Carlos, Wanderléa e convidados como Eduardo Araujo, Martinha, Rosemary, Ronnie Von, Antonio Marcos. Enquanto gênero musical, a Jovem Guarda, que surge em 1963, também ficou conhecida como yê-yê-yê – a versão brasileira do rock mundial.

MÚSICA DE PROTESTO

  • Em 1965, com a repressão e censura instauradas pelo regime militar, configura-se o espírito para o surgimento das músicas de protesto, Geraldo Vandré atingiu o ponto máximo de sua carreira com a então clássica e polêmica canção "Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores", ou "Caminhando" (1968).

FUNK

  • Em 1970, surge no Rio de Janeiro um fenômeno que se caracterizaria como tipicamente carioca – os bailes funk.Os "bailes da pesada", como eram conhecidos, foram espalhando-se para os clubes do subúrbio. Com a proliferação de uma multidão de dançarinos populares adeptos do movimento, trajados com roupas black de ocasião, cabelos afro, sapatos plataforma coloridos.

ROCK POP

  • Em 1980-87, em busca de novas alternativas musicais parte da elite da juventude brasileira de classe média provoca uma nova onda de rock e pop apoiada no movimento pós-punk new wave, que domina totalmente o cenário musical nacional. Daí, surgem Titãs, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana (Renato Russo), Barão Vermelho (Cazuza e Frejat), RPM (Paulo Ricardo), Ultraje a Rigor, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Lobão, Biquini Cavadão, Ratos de Porão (João Gordo), Inocentes e outros

LAMBADA

  • Em 1984-90 antecedendo o surgimento da axé music, a lambada baiana torna-se um dos mais populares estilos de dança brasileira atual a misturar samba, maxixe e dança erótica. O maior sucesso é do grupo Kaoma com "Lambada", uma versão do tema latino "Llorando Se Fue", do grupo Los Kjarkas. Por falta de substância musical e limitação coreográfica, o gênero tem breve período, mas provoca uma onda de escolas temporárias da dança por todo o país.

HIP HOP

  • Em 1985, Ainda no bojo da grande década do rock brasileiro, e pela primeira vez em toda América Latina, a grande novidade norte-americana do movimento hip hop com o rap, grafite e a breakdance, A partir daí, com a aceitação gradual do novo movimento pela mídia, o hip hop cresceria firmemente em importância e novos nomes, atingindo um de seus apogeus nos anos 90.

AXÉ MUSIC

  • Em 1985, a música "Fricote", do baiano Luiz Caldas, inaugura oficialmente o movimento axé music. a axé music é caracterizada pelo forte uso da percussão baiana como o repique, timbau e surdos. Em geral, as letras falam da sensualidade do corpo, do requebrar dos quadris e de danças, cheias de ironia e segundo sentido.

SERTANEJA

  • No final dos anos 80 surge a nova música sertaneja de sotaque country americano – nessa ordem. Destacam-se

BANDAS DE ROCK

  • Surge uma nova geração de bandas de rock dos anos 90 como o Pato Fu, Skank, Raimundos, O Rappa, Jota Quest, o polêmico Planet Hemp, o grupo soul Fat Family, a dupla carioca Claudinho & Buchecha e demais. Há espaço para ritmos africanos, latinos e jamaicanos – como o reggae e o ska, que dão a base para grupos como Cidade Negra, Tribo de Jah, ex-Nativus e outros

MPB

  • Em 1997, afirma-se mais uma brilhante geração intermediária de novos nomes na música popular brasileira, de diferentes regiões e com algumas novas propostas de fusões da música Nordestina e folclórica, com a do Sul-Sudeste e a do mundo pop internacional. Nomes como Carlinhos Brown (BA), Arnaldo Antunes (SP), Chico César (PB), Zeca Baleiro
  • POP ELETRÔNICO

Quase no final dos anos 90, presencia-se uma certa corrida à chamada música pop eletrônica , mas novamente mais como efeito de arranjos musicais, uma vez que o gênero tecno não admite vocal. À exemplo do que ocorre nas grande capitais do mundo há dez anos, o Brasil começa a viver o auge do culto aos DJs, que produzem as grandes festas ao ar livre chamadas de 'raves', ou em casas noturnas, e lançam CDs com remixagens e temas de suas preferências. A remixagem (o remix) é uma das manifestações mais modernas do momento.



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h29
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Noite Feliz

 

A mais famosa canção de Natal, “Noite Feliz”, foi composta nas vésperas de Natal de 1818, na aldeia austríaca de Oberndorf, nas montanhas do Tirol, pelo padre Joseph Mohr, que fez os versos, e pelo mestre-escola Franz Xavier-Gruber, que escreveu a música.

Nas missas da meia-noite as pessoas estavam acostumadas a ouvir a melhor música. Veio a descobrir-se, entretanto, que o órgão tinha sido estragado pelos ratos e não havia possibilidades de o reparar a tempo.

Surgiu então a ideia de compor uma canção para que o organista, excelente tocador de violão, a apresentasse naquela noite, tendo sido cantada por um coro de crianças acompanhado por uma viola de 12 cordas.

“Noite Feliz” – a canção do Céu, como lhe chamam – é hoje cantada em todo o mundo.

Para a língua portuguesa foi feita uma feliz tradução por Frei Pedro Sinzig:

 

                   Noite Feliz! Noite Feliz!

                   O Senhor, Deus de Amor,

pobrezinho, nasceu em Belém.

Eis na lapa Jesus, nosso Bem.

Dorme em paz, ó Jesus!

Dorme em paz, ó Jesus!

 

Noite Feliz! Noite Feliz!

Eis que no ar vêm cantar

aos pastores os Anjos dos céus

anunciando a chegada de Deus,

de Jesus Salvador!

De Jesus Salvador!

 

Noite Feliz! Noite Feliz!

Ó Jesus, Deus da luz,

quão afável é Teu coração

que quiseste nascer nosso irmão

e a nós todos salvar!

E a nós todos salvar!

 

Brevemente terás aqui disponível a música cantada em português, mas por agora, ouve a versão inglesa da mesma música! 

 

Clica aqui!

                    E comenta!


Fonte: http://www.aceav.pt/blogs/anabelarajado/Lists/Categorias/Category.aspx?Name=Curiosidades%20musicais%21



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h21
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Percussão Corporal



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h24
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Música, ritmo e sintônia



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h12
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11 respostas sobre a obrigatoriedade da música na escola

Conheça a lei que determina a obrigatoriedade do ensino de música em todas as escolas do país até agosto de 2011

O ano de 2011 é data limite para que toda escola pública e privada do Brasil inclua o ensino de música em sua grade curricular. A exigência surgiu com a lei nº 11.769, sancionada em 18 de agosto de 2008, que determina que a música deve ser conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica. "O objetivo não é formar músicos, mas desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos", diz a professora Clélia Craveiro, conselheira da Câmara de Educação Básica do CNE (Conselho Nacional de Educação).

Nas escolas, a música não deve ser necessariamente uma disciplina exclusiva. Ela pode integrar o ensino de arte, por exemplo, como explica Clélia Craveiro: "Antigamente, música era uma disciplina. Hoje não. Ela é apenas uma das linguagens da disciplina chamada artes, que pode englobar ainda artes plásticas e cênicas. A ideia é trabalhar com uma equipe multidisciplinar e, nela, ter entre os profissionais o professor de música. Cada escola tem autonomia para decidir como incluir esse conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico". Apesar de ser uma boa iniciativa, o trabalho com equipes multidisciplinares para o ensino de música não tem acontecido de forma satisfatória nas instituições de ensino. "De qualquer maneira, trabalhar de forma interdisciplinar ou multidisciplinar em escolas de educação básica é uma tarefa complicada", afirma Clélia.

É necessário prestar atenção se o seu filho está tendo aulas de música com uma equipe adequada ou mesmo se esse tipo de aula está sendo oferecida na escola dele, como diz a lei. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases de 1996, só estão autorizados a lecionar na educação básica os professores com formação em nível superior, ou seja, profissionais que tenham cursado a licenciatura em Universidades e Institutos Superiores de Educação na área em que irão atuar. Portanto, os professores que devem ser responsáveis pelas aulas de música do seu filho são aqueles com formação superior em música. Fique atento.

Entenda mais detalhes dessa lei para que você possa compreender e exigir a aplicação dela na escola do seu filho.

Para ler, clique nos itens abaixo:

1.Todas as séries da Educação Básica terão aulas de Música?
2. Quais os objetivos do ensino de música?
3. O que deve ser ensinado às crianças?
4. Quem ministrará as aulas de música?
5.Como as escolas devem se preparar? Há tempo suficiente para isso?
6. Contratar profissionais capacitados ou capacitar?
7.Como formar o professor de pedagogia para o ensino de música?
8. Como estabelecer o tipo de formação musical que será oferecida aos alunos?
9. Como a música pode ser introduzida no dia-a-dia escolar?
10. O que pode ser feito para que a lei seja cumprida e para que o Ensino Musical tenha qualidade?
11. Meu estado está atrasado com relação à lei?

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/musica-escolas-432857.shtml


Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 19h39
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Música nas escolas: finalmente uma realidade?

Quando se fala em ensino de música nas escolas a reação das pessoas geralmente é parecida: a maioria apoia a ideia, mas considera as lições artísticas um mero e dispensável complemento a disciplinas como Matemática ou Física. Um dos argumentos é que música é lazer, entretenimento; que não é coisa séria e não traz conhecimentos significativos para quem não pretende seguir carreira. Será mesmo? O Nonada ouviu alguns especialistas na área e todos foram unânimes: já está mais do que na hora de as escolas brasileiras levarem a música a sério.

 Uma conquista que levou décadas

A partir da Lei Nº 11.769, de 2008, a Educação Básica no Brasil precisa se enquadrar em uma nova realidade, já que a legislação tornou obrigatório o ensino de música nas escolas. Pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) de 1971, o que existia era a disciplina de Educação Artística, que, teoricamente, englobava todas as artes. No entanto, quem teve a experiência de absorver essa mescla de informações de diferentes conteúdos, através de um profissional que sabia “de tudo um pouco”, comemora a extinção da famigerada disciplina. Ainda mais no caso da música, já que a falta de instrumentos ou de conhecimento técnico sempre serviu como um bom argumento para não ensiná-la.

 “Essa lei vem preencher uma lacuna aberta desde 1972, quando diversos conteúdos das artes foram substituídos apenas pela Educação Artística. O professor possuía uma formação polivalente para poder desempenhar um pouco de cada uma das artes em suas aulas. Não quero e nem ouso questionar ou tampouco desmerecer o papel desses profissionais, mas, com a volta do ensino coletivo de música, viveremos uma nova etapa, principalmente no que diz respeito à formação de professores da área, debate esse que já vem a certo tempo sendo pauta da Associação Brasileira de Educação Musical (Abem)”, afirma o professor Estêvão Grezeli, do Colégio João XXIII, em Porto Alegre.


A farsa da Educação Artística


Germano Francisco Schmitz concluiu sua licenciatura em música pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) em 2005. No entanto, já trabalhava com música, lecionando em salas de aula ou oficinas, pois o Ministério da Educação (MEC) ainda não havia promulgado a lei.  Ele é incisivo em relação à importância do ensino de música nas escolas e mostra-se um duro crítico da forma como isso se dava até então.

 “Acredito que, a partir de que se tem uma lei nesse país, fica mais fácil de poder moralizar qualquer que seja a prática, tanto na escola como fora dela. A antiga Educação Artística foi um grande engodo no ensino deste país, instituída propositalmente durante a ditadura militar com o propósito de diminuir a capacidade cultural da juventude, pois os movimentos se davam a partir de cabeças que ‘pensavam’. Portanto, Filosofia foi a primeira disciplina a ser riscada dos currículos e as artes (teatro, artes visuais, música e dança) passaram a ser ministradas todas elas por um único profissional, que, no final de seu curso universitário, acabava sem saber o que fazer em sala de aula, pois não há pessoa que consiga englobar tanto e tão diverso conhecimento para passá-lo aos alunos de forma coerente. Disso lembro, pois tive aulas de Educação Artística, e a gente sempre odiou, já que a professora nem sabia ao certo ao que tinha vindo”, lamenta.

 “A Educação Artística foi um grande engodo no ensino deste país, instituída propositalmente
durante a ditadura militar com o propósito de diminuir a capacidade cultural da juventude”



A disciplina de Educação Artística não existe mais desde 1996, quando foi promulgada a LDB.  Para Schmitz, isso só ocorreu “graças a um grupo de pessoas que trabalharam arduamente, principalmente professores da área de Educação Musical da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que é atualmente um dos principais centros nessa área na América Latina”.


 Música com M maiúsculo

 Quando chegou ao Colégio João XXIII, em abril de 2010, Grezeli, que já leciona música há dez anos, não se sentiu um “intruso” ao integrar o corpo docente. Isso porque o João XXIII é uma das poucas escolas da rede privada da capital que sempre teve o ensino de música em seu currículo. Há toda uma estrutura voltada para a disciplina, com cinco professores especializados e ambientes específicos para o ensino coletivo de Música. Sim, Música com letra maiúscula, já que agora não estamos falando apenas de um termo, e sim do nome de uma disciplina escolar.


“Recentemente nosso governador (Tarso Genro) esteve na Coreia do Sul pesquisando sobre a educação do povo coreano. Em menos de 30 anos a Coreia passou de um país basicamente agrário para um país de exportação tecnológica. Um de seus segredos é o foco no ensino de Música na escola, pois a educação deles foca em criar líderes criativos. A música tem um papel fundamental para isso, sem falar que podemos utilizá-la não só como fim, mas como meio para variadas áreas como a neurociência, psicomotricidade, dentre outras”, exemplifica.

 “A Coreia passou de um país basicamente agrário para um país de exportação tecnológica. Um de seus segredos
é o foco no ensino de Música na escola, pois a educação deles foca em criar líderes criativos”

 Já Schmitz está no Rio de Janeiro, prestes a iniciar seu trabalho no Colégio Pedro II, escola federal para o qual prestou concurso no início do ano. “Essa escola, assim que foram promulgadas as novas LDB, voltou a adotar Educação Musical em seu currículo. Eu fiz concurso para professor em Educação Musical, termo que vi pela primeira vez num edita”, relata, empolgado.

 Entre suas experiências na área, cita um exemplo de Florianópolis: a Escola Waldorf Anabá, onde trabalhou por três anos. “Ela segue um currículo diferenciado em todos sentidos, o currículo Waldorf. Em Porto Alegre há a Escola Waldorf Querência, que pode ser uma referência para pesquisares sobre o ensino de Música na escola. Nesta pedagogia, a disciplina é parte integrante do currículo desde a pré-escola até o 12º ano, que é o último ano do Ensino Médio. Ela atua aí como um dos principais pilares, se faz presente em todos os momentos, tanto no ensino de outras matérias quanto em festividades, momentos de concentração, aulas de Educação Física, enfim, praticamente todas as atividades se utilizam da música, até como veículo de aprendizado”, explica. “Os professores possuem conhecimentos musicais básicos. É um requisito necessário, e todos trabalham muito em conjunto com o professor de Música”, ressalta Schmitz, que também passou pelo Centro de Ensino Médio Pastor Dohms, em Porto Alegre.

 Vantagens sem fim

 Músico formado e com mestrado na área de música pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Gerson Rios Leme hoje vive na zona Sul do Estado. Ele atua na área de Som para Audiovisual do curso de Cinema e na Licenciatura em Música da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), além de ser professor de Produção Fonográfica na Universidade Católica de Pelotas (UCPel) e tutor virtual na área de Educação Musical na Universidade Federal de São Carlos-SP (UFSCar). Não há dúvidas de que Leme respira música, mas o professor avalia o ensino como uma atividade de relevância mesmo para aqueles que não têm a mínima pretensão artística.



“O somatório de todas as diferentes áreas do saber, sejam elas científicas ou artísticas,
é que possibilita uma formação mais ampla e completa para o individuo”


“A meu ver, a obrigatoriedade do ensino de música se faz necessária como qualquer outro conteúdo, pois o somatório de todas as diferentes áreas do saber, sejam elas científicas ou artísticas, é que possibilita uma formação mais ampla e completa para o individuo”, argumenta. Ele recomenda a prática desde os anos iniciais, “pois, quanto mais cedo se criar o hábito no contato com arte, mais à vontade se fica para lidar com a linguagem específica e integrá-la ao cotidiano das pessoas”. Leme cita diversos benefícios que a música proporciona aos jovens, dentre eles “desenvolvimento da percepção sonoro-espacial, expressão artística, desinibição, contato crítico-reflexivo-transformador com culturas variadas, conhecimento histórico-artístico de diferentes contextos e manifestações culturais mundiais”.

 Schmitz reforça a importância de tomar todos os cuidados para obter a máxima vantagem que o ensino de Música pode proporcionar. “É preciso saber levar repertórios apropriados a cada faixa etária: criança tem de cantar música de criança, adolescente de adolescente e assim por diante; fomentar a formação de grupos vocais e instrumentais na escola, pois proporcionam momentos importantes de sociabilidade, ajudam positivamente na organização do tempo, de suas coisas, do ambiente ocupado e tantos outros detalhes que envolvem essas atividades: tolerância, amizades, ajuda ao próximo, pontualidade, compromisso e tantos outros benefícios que só vivendo uma atividade assim para se ter profundo conhecimento”, conclui.

 Dúvida

Ao finalizar esta matéria, notamos que a Lei Nº 11.769 data de agosto de 2008. Não seria nada demais, não fosse um detalhe: o artigo 3 diz que “os sistemas de ensino terão 3 (três) anos letivos para se adaptarem às exigências estabelecidas nos arts. 1º e 2º desta Lei”. Ou seja, no próximo mês completam-se três anos desde que a lei foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  A pergunta que fica é: será que todos os “sistemas de ensino” do Brasil já oferecem o ensino de Música na Educação Básica?

Fonte: http://www.nonada.com.br/2011/07/1805/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 19h17
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recado para orkut




Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h36
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Flauta Nasal

Flauta nasal

 

    

     Nas ilhas do Pacífico, há uma flauta que é tocada com o nariz. O tocador sopra com uma narina, bloqueando a outra com a mão ou com folhas de tabaco. Esta flauta tem apenas três orifícios para os dedos.

    O quê? Não acredita? Vê e ouve!

 

Comenta galera!

 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h34
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Dia do Músico

Hoje é o dia do músico. É verdade que existiu um solo de guitarra de 17 minutos?

Mais precisamente 17 minutos e 15 segundos é a duração deste solo. O responsável por ele é Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin.

Na faixa “Dazed and Confused”, do álbum ao vivo The Song Remains The Same (1976), Jimmy Page se supera e toca por quase um quarto de hora. O show ocorreu em 1973, no Madison Square Garden, foi gravado e recuperado no álbum. Saiba mais.

 

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superdata/hoje-e-o-dia-do-musico-e-verdade-que-existiu-um-solo-de-guitarra-de-17-minutos/



Categoria: Sobre Música
Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h27
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Você sabia?

Sabias?


Compositor mais produtivo
George Phillip Telemann.

 

Mais longa canção para piano
The well-tuned piano, de La Monte Young, durando 4h12m10s.

 

Maestro que mais gravou
Hebert von Karajan, com 800 gravações.

 

Bis mais longo
Il Matrimonio Segreto, composto por Cimarosa, que na sua estreia em 1792, por ordem do Imperador Leopoldo II, foi executada novamente do começo ao fim.

 

Maior cachet
Um bilhão de dólares de cachet mais 890 milhões pela assinatura de contrato de Michael Jackson com a Sony Music.

 

Público record em música erudita
800.000 pessoas no Central Park em Nova York, dia 5/07/1986, que assistiram ao concerto da filarmónica de Nova York.

 

Maior número de Grammys
Sir George Solti, o qual recebeu 31 prémios.

 

Ópera mais longa
Die Meistersinger, composta por Richard Wagner, durando 5h15m.

 

Recital mais longo
O da música Dexations, de Eric Satie, no Pocket Theatre de Nova York, em 1963, regido por John Cage, tendo sido executada 840 vezes, totalizando 18h40m.

 

Banda de um só músico
Rory Blackwell, que tocou 108 instrumentos simultaneamente numa única apresentação.


Hino nacional mais antigo
Kimigayo, do Japão, do século IX.

 

Maior contrabaixo
Fabricado nos EUA, mede 4,26 metros de comprimento e pesa 590Kg.

 

Maior piano
Fabricado por Chas H. Challen & sons LTDA na Inglaterra, pesando 1,25 toneladas e medindo 3,55m de comprimento.

 

Maior instrumento de corda
É o pantaleão, composto por 270 cordas esticadas em 4,6 metros quadrados.

 

Concertista mais antigo
A pianista Romena Cella Delavrancea, apresentou o seu último recital aos 103 anos de idade, atendendo a 16 pedidos de bis.

 

Canção mais antiga
Canção Assíria, notada com letra e música, datada de 1800 AC.

 

Orquestra mais antiga
Gewanthaus Leipzig, fundado em 1743.

 

Fonte: http://www.aceav.pt/blogs/anabelarajado/Lists/Categorias/Category.aspx?Name=Curiosidades%20musicais%21

 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h28
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Saxofone

Saxofone

                 

   

    O nome do saxofone provém do nome do seu inventor Adolphe Sax, construtor franco-belga de instrumentos.

    Este instrumento destinava-se às bandas militares, mas também deixou a sua marca na música Pop e no Jazz.

 

    Queres conhecer um pouco mais sobre Adolphe Sax? Então, vamos lá!

 

      E que tal ouvir um quarteto de saxofones? Clica!

 

          Gostaste ou não? Deixa o teu comentário!

 

 

Fonte: http://www.aceav.pt/blogs/anabelarajado/Lists/Categorias/Category.aspx?Name=Curiosidades%20musicais%21



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h25
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Utilizando legumes como instrumentos musicais -Sim, isso é possível

Utilizando legumes como instrumentos musicais -Sim, isso é possível!

No dia que o blog da FG completa 1 mês, olha só que presente! Buscando coisas interessantes para mostrar aos nossos queridos leitores encontrei uma iniciativa que muito chamou minha atenção. Uma orquestra que utiliza legumes como instrumentos. Muito bacana, nos mostra o quanto somos capazes se soubermos utilizar a criatividade e principalmente se tivermos força de vontade.

Antes de cada apresentação, os músicos da "Primeira Orquestra Vienense de Legumes" vão à feira em busca de matéria-prima para seus concertos: legumes e verduras, a partir dos quais eles constroem seus instrumentos.

A orquestra só toca com instrumentos vegetais e usa, por exemplo, castanholas de berinjela, flautas de cenoura ou instrumentos de percussão recheados de feijão. Há até um com nome próprio: "pepinofone", que consiste em um pepino perfurado com uma embocadura de cenoura e um pimentão oco na extremidade.

Artefatos de cozinha como um liquidificador e um ralador de queijo também são usados durante o show.

O grupo de onze artistas toca música a sério: desde compositores clássicos como Igor Stravinski até melodias modernas do grupo de rock eletrônico Kraftwerk.

A orquestra roda o mundo com seus instrumentos vegetais e já tocou na Ásia e no renomado festival de música de Salzburgo.

Vamos lá, agora não tem desculpa! Até a cenoura, abóbora, enfim, os legumes da sua casa poderão ser adaptados e se transformar em fonte de música.

Fonte: http://forum.cifraclub.com.br/forum/9/175076/



Categoria: Sobre Música
Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h16
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Aniversário do Blog

 


 

O blog da Fundação Gileade completa hoje, dia 25/10, um mês de existência.

"O objetivo primordial desse blog é apresentar a Fundação Gileade, mas não de uma forma simplória, quero que as pessoas tenham a fundação como parte da vida delas, que seja produto  para as famílias, um produto que está disponível para todos. Depois que o blog estiver incorporado na vida de cada um que por aqui passar, ai sim, juntos ,iremos disseminar essa filosofia; a filosofia de transformação através de atos humanitários." Jabes-Gileade 2011

 

 


 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 19h25
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Música secular

 

Música secular é, em oposição à música cristã (ou ainda à música sacra), a música destituída da temática religiosa. No mundo ocidental, começou a desenvolver-se no fim da idade média, por consequência do enfraquecimento do poder da Igreja Católica, que outrora influenciava todos os aspectos da vida medieval, incluindo a música.

A música secular na idade média envolvia canções de temas amorosos, satíricos e dramáticos. Percussões, harpas e sopros eram, no início de sua história, os instrumentos mais usados, por serem fáceis de carregar por músicos viajantes. As técnicas nos instrumentos eram geralmente ensinadas via tradição oral.

A letra era, na época, o grande destaque da música secular, já que as letras eram feitas para que pessoas comuns pudessem cantar juntas (mais uma vez, em oposição à música sacra). A secularização da música somente cresceu a partir daí, durante a idade moderna e a idade contemporânea. Muitos cantores de música secular também se dedicam a serem também cantores de música de Igreja.

Nas Igrejas Protestantes Neo-Pentecostais, a Música Secular é chamada de Música do mundo ou simplesmente Música mundana.

A Chamada Música Mundana não está mais atrelada ao âmbito das letras, uma vez que até mesmo no meio gospel encontram-se composições profanas 

Atualmente com a popularização da música, e o melhor entendimento e até grande utilização desta arte como meio de evangelização, a Igreja Católica não designa mais o termo "Música Secular" às composições de origem profanas ou hereges como a mesma era vista por volta dos séculos XVIII e XIX.

Nas definições atuais que colaboram para a continuação da História da Música, o termo Música Secular refere-se a qualquer tipo de composição musical que não tenha cunho religioso. Às que são voltadas para religião recebem a categoria de Música Gospel. O termo Gospel vem do seu significado em inglês Evangelho, portanto refere-se tanto as composições católicas como evangélicas.

As religiões evangélicas preferem adotar o termo música gospel para separar as músicas evangélicas das músicas católicas. Portanto essa diferenciação só exite dentro das igrejas. Vale também salientar que apesar do termo Música Secular ter sido desvinculado de práticas profanas, a maioria das igreja evangélicas ainda adotam a cultura que qualquer tipo de música que não seja evangélica, é Secular, como advento disso é considerada "inadequada" para seus seguidores.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica_secular



Categoria: Sobre Música
Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h28
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Curiosidades sobre a Música.

  • Para criar suas músicas, Ludwig van Beethoven (1770-18270) despejava água gelada sobre a cabeça. Garantia que isto estimulava o cérebro. Beethoven era totalmente surdo quando compôs a Nona sinfonia. Ele sofreu perda parcial da audição aos 32 anos e aos 46 não podia ouvir mais nada.

  • Qual a dferença entre uma orquestra sinfônica e uma filarmônica?

Todas as orquestras filarmônicas são sinfônicas. O adjetivo filarmônica, que vem do grego e significa "amante da música", representa as orquestras financiadas por sociedades privadas.

  • Spalla é a palavra italiana que designa o primeiro violino. Depois do regente, ele é o comandante de toda a orquestra. O primeiro violino fica bem à esquerda do maestro.

  • A classificação do timbre da voz humana, do mais agudo ao mais grave.

Masculino: tenor; barítono; baixo.
Feminino: soprano; meio-soprano; contralto.

Contemporâneo:

Você sabia que:

... o disco Thriller, de Michael Jackson, já ultrapassou a marca de 47 milhões de cópias vendidas?

Que em janeiro de 1985, os 45 maiores nomes da música americana gravaram o Lp"We are the World" em benefício das vítimas da fome na África. O disco e o clipe renderam 55 milhões de dólares.

Que um disco de ouro equivale a 100 mil cópias venidas e um de paltina, 250 mil?

Que a expressão rock´n´roll foi criada pelo disc-jóquei americano Alan Freed, em 1953. Ele se inspirou na letra de um antigo blue, que dizia: "My baby she rocks me with ateady rool" (Minha querida me embala com um ritmo constante).

O verdadeiro nome de alguns astros da música:

Agenor de Miranda Araújo Neto ....... Cazuza
Ana Mae Bullock ...... Tina Turner
Reginald Kenneth Dwight ..... Elton John
Luís Murício Pragana dos Santos ....Lulu Santos
Robert Allan Zimmerman .... Bob Dylan
William Board ....... Billy Idol
Vicent Damon Furnier ...... Alice Cooper
David Robert Jones ..... David Bowie

Fonte: http://www.paponosso.com.br/pages/Papo_Nosso.asp?papo=1086&s=2



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h29
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Curiosidades


Quando Patativa do Assaré, grande poeta cearense da literatura de cordel, escreveu o poema de cordel A Triste Partida contando a saga do nordestino que deixa sua terra natal para tentar a sorte nos estados do sul e sudeste, nem de longe imaginava que seus versos iriam se tornar um dos maiores sucessos da canção nordestina, eternizada na voz do Rei do Baião Luiz Gonzaga. Esta canção foi a primeira da MPB a superar a barreira dos 8 minutos de duração.
 

Fonte: http://www.betobrito.com.br/Curiosidades/Curiosidades.htm

Inspiração patriota

Por causa de um dia de chuva, nasceu a obra prima Aquarela do Brasil Ao desistir de sair para trabalhar por causa da chuva, Ary Barroso sentou-se ao piano em sua casa do Leme no Rio de Janeiro e, palavras suas: "Senti, então, iluminar-me uma idéia: a de libertar o samba das tragédias da vida, do sensualismo das paixões incompreendidas, do cenário sensual já tão explorado. Fui sentindo toda a grandeza, o valor, a opulência da nossa terra, gigante pela própria natureza". Nascia então Aquarela do Brasil, reconhecida internacionalmente como uma das mais belas canções brasileiras. Até Walt Disney a inseriu em seus filmes (Veja o vídeo). Se não estivesse chovendo naquele dia, jamais Aquarela existiria.

Djavan: O CSA perdeu seu meia-armador e nós ganhamos um gênio da música.

Aos 18 anos, jogando pelo CSA de Alagoas como meia-armador, Djavan resolveu largar o futebol e se dedicar inteiramente à música. Se tivesse continuado, hoje já teria encerrado a carreira e nós jamais poderíamos assistir a esta performance abaixo



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 12h25
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Agenda

O melhor da música ao vivo: "Uma voz e um violão"

Mpb, sertanejo, rock, e muitas outras músicas que marcaram na nossa vida 

Todos os Sábados- As 20h

Pizzaria Dubai -Avenida Penha de França, próximo ao mercadão da penha



Categoria: Agenda - Jabes-Gileade
Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 10h59
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Logo da Fundação Gileade



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 10h23
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Documentário "Profissão: Músico"



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 16h08
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Músico - profissão do barulho

Músico - profissão do barulho!



O músico é uma das profissões mais antigas sobre a face da terra. Num dos mais antigos manuscritos de que se tem conhecimento percebemos que a atividade musical invade todas as suas páginas. O maior livro bíblico, Salmos, é um testemunho vivo de que o músico sempre existiu e que a habilidade ou o dom de algumas pessoas permitiram a propagação desse misto de arte, técnica, inspiração e paixão.

O papel do músico sempre foi para, através do dom da música, ligar o seu espírito com o espírito do Criador.

O músico pode realizar diversas atividades relacionadas à música, como tocar, compor e ensinar. Mas muitos desses profissionais não passaram pela universidade. Por isso, eles são considerados "músicos práticos" pela Ordem dos Músicos do Brasil, entidade criada para coordenar o exercício da profissão no país. O ganho vai depender da área que o músico atua. Pode variar de R$ 1.500,00 por mês, para um músico com registro em carteira profissional, até milhares de reais, para músicos/artistas que estão na televisão ou rádio e vendem milhares de Cds.

A formação universitária em música pode ser dividida em três áreas:

* Musicologia: estuda a história da música e a sua teoria;

* Bacharelado: qualifica o músico para atuar em orquestras com especialização em canto, percussão, sopro e cordas;

* Licenciatura: qualifica o músico para atuar como professor.

Formado em escola de música ou não, o músico deve ter, acima de tudo, disciplina, responsabilidade e paciência, pois precisa sempre se exercitar.

Então, se estiver interessado na profissão, aproveite as dicas, arrume um instrumento e comece a ensaiar!

Fonte: http://gentenovarevista.blogspot.com/2010/09/musico-profissao-do-barulho.html



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h53
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Músico Profissional - Operário em Construção

Músico? Artista? ou Proletário da arte?



Viver pela arte, ou pelo pão?
Trabalhar pelo ideal, ou pelo quinhão?
Participar deste circo, ou contrariar a opinião?
Na realidade tudo é uma grande contradição.
 
E como dizia o grande mestre Vinícius:
Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.

De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!

(Trecho do Poema: O Operário em Construção Vinícius de Moraes)


O fato é que a regulamentação da profissão de músico foi instituída em 22 de Dezembro de 1960 através da Lei 3857 e que através de portaria ministerial MTB Nº 3.347 de 30 setembro de 1986, posteriormente atualizada pela Portaria n° 446 de 19 de agosto de 2004 aprovou os modelos de contrato de trabalho (nota contratual) para os músicos profissionais considerado a revogação do Art. 35 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho pela Lei nº 6.533, de 24 de maio de 1978.

Entenda-se que, profissional é um determinado individuo que explora a atividade operária em um determinado seguimento de serviço na cadeia produtiva de nossa sociedade.

Ou seja, o músico tem as mesmas necessidades de qualquer outro profissional, ele tem que sustentar a sua família, às vezes adoece, envelhece, muitas vezes padece na hora de receber o famigerado cachê, principalmente quando ainda não alcançou as glórias da fama (na verdade a maioria se perde no caminho) e na hora de aposentar entristece.
-Nem me lembro mais quantos cachês ficaram para traz nos palcos da vida, a poesia muitas vezes é bela, mas a realidade quase sempre é dura e fria.

Atualmente existe grande resistência principalmente por parte de Órgãos do Poder Público e algumas Instituições do Estado do Tocantins e em todo o Brasil quanto ao se fazer cumprir a lei, na contratação do Músico.

Vejamos alguns pontos estabelecidos na portaria que criou a nota contratual aprovada pelo Ministério do Trabalho:


• A Nota Contratual constituirá o instrumento de contrato de substituição ou de prestação de serviço eventual e conterá, além da qualificação e assinatura dos contratantes, a natureza do ajuste, a espécie, a duração, o local da prestação do serviço, bem como a importância e a forma de remuneração.

• A Nota Contratual constitui documento que supre o registro referido no artigo 41 da Consolidação das Leis do Trabalho, devendo a empresa conservar a primeira via para fins de fiscalização do trabalho.

-Mas o melhor é o que vem a seguir:

• § Único • A remuneração ajustada na Nota Contratual será paga até o término do serviço.


Alguns Juristas pelo Brasil a fora tem considerado em seus julgamentos que a exigência da nota contratual pela OMB Ordem dos Músicos do Brasil é uma forma de obrigar o profissional a tirar “CARTEIRA DE MÚSICO”, que através de seu ofício não teria a mesma periculosidade ao cometer algum erro profissional, a exemplo do profissional da saúde.

Neste caso fica clara a existência de uma inversão de valores. Não é o músico que vai prejudicar alguém ao cometer algum erro profissional, o máximo que pode acontecer e ferir a sensibilidade do ouvinte.

Na realidade o que ocorre geralmente é o músico sair prejudicado em situações não estabelecidas em contrato.

Um dos aspectos que o Ministério do Trabalho considerou na elaboração da portaria Nº 3.347 de 30 setembro de 1986 é relativo as peculiaridades do exercício da profissão de músico e a necessidade de estabelecer um sistema que permita maior entrosamento e cooperação entre os órgãos representantes da categoria e a fiscalização do Ministério do Trabalho, para maior eficiência na proteção do trabalho do músico em todo território nacional.

E o poema?

As palavras algumas vezes são belas
Outras não.
Cria, decreta, sanciona, julga, apela, absolve e condena,
Sem reflexão.

Faço minha as palavras de Octavio Paz.
"O poema é feito de palavras necessárias e insubstituíveis".

Palmas, 04 de Abril de 2010.
Luciano de Souza
Músico – Pedagogo

Fonte: http://mrevitalizabrasilia.blogspot.com/2011/09/musico-profissional-operario-em.html?spref=fb


Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 15h49
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O melhor da música ao vivo: "Uma voz e um violão"

Todos os Sábados- As 20h

Local: Pizzaria Dubai -Avenida Penha de França, próximo ao mercadão da penha

Mpb, sertanejo, rock, e muitas outras músicas que marcaram na nossa vida 



Categoria: Evento
Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h59
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Pipoca

Da compositora Kitty Driemeyer, responsável por muitas risadas e momentos felizes...



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 10h39
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A Educação Musical em ONG’s e projetos sociais

A Educação Musical em ONG’s e projetos sociais

Com o crescente surgimento de ONGs e projetos sociais, desencadeiam-se novas formas e maneiras de trabalhar a educação musical nestes ambientes. Compreender de que modo os processos de musicalização coletiva podem contribuir para o desenvolvimento musical, das relações interpessoais cooperativas e inclusão social dos agentes envolvidos nestes ambientes é também um modo de legitimar o espaço da Educação Musical em contextos informais.


As pessoas que implantam a educação musical em contextos de projetos sociais têm, além da tarefa de desenvolver a musicalidade dos indivíduos, a de gerar formas de recuperar ações educativas e culturais, aprimorando a capacidade destes indivíduos de atuar de modo autônomo na sociedade, pois além do foco em questões de ordem social, jurídica, econômica e cultural, o ambiente das ONGs tem a ver com a dimensão ética.

Através de uma pesquisa bibliográfica, Santos (2006) propõe que a crescente proliferação dos projetos sociais em educação musical em nosso país, nas últimas décadas, tem suscitado novas buscas, reflexões, caminhos e possibilidades para o ensino e aprendizagem da música neste contexto:


Concluímos então, que para o educador musical atuar nos projetos sociais ou nos demais contextos não-formais de ensino, irá necessitar além de uma formação consistente, uma estratégia adequada para seu trabalho junto às comunidades, com vistas a desenvolver um ensino vivo e criativo. Ensino esse que valorize os conteúdos e sua sistemática, mas também a espontaneidade, a crítica e os valores informais, que saiba lidar tanto com o que é planejado, quanto com o que é inesperado, e, enfim, que saiba adequar consciente e consistentemente seu ensino a cada espaço educativo tendo em vista as distintas particularidades e realidades (...)

Enfim, tendo em vista a atual realidade educativa, cultural e política de nosso país, consideramos relevante a iniciativa de propostas e ações que transcendem os limites do contexto escolar, contribuindo, dessa forma, para a recuperação da ação educativa e cultural dos indivíduos, tornando-os cidadãos críticos e participativos na sociedade. Nessa direção, os projetos sociais em música, quando desenvolvidos de forma contextualizada com a realidade social de seu público, podem ser considerados como um importante veículo educativo-musical, visto que tem alcançado significativos resultados musicais e socioculturais junto às comunidades e indivíduos que deles participam (SANTOS, 2006, p. 5).

A música não é somente uma produção lógica, mas também, simbólica, isto é, expressa sentimentos, ideais, valores culturalmente construídos, formas de encarar o mundo simbolicamente. Apontamos para o desenvolvimento musical não como uma evolução moldada por regulações impostas do exterior, mesmo que as formas de interações sociais sejam determinantes no processo de musicalização, mas como um mecanismo de equilibrações mentais em patamares superiores, relacionados ao conjunto de desenvolvimento anterior de cada sujeito.

Certas interações sociais desencadeiam processos de construção de conhecimento, pois o indivíduo, ao coordenar suas ações sobre o real com as de outrem, elabora novas organizações cognitivas. Com base nisto, pensamos que os indivíduos envolvidos em processos de musicalização no ambiente de ONGs podem resgatar valores especiais como a justiça baseada na igualdade e na solidariedade, na medida em que estes espaços visam ao desenvolvimento de relações interpessoais que os indivíduos estabelecem com a suas comunidades e com a sociedade, tornando-os cidadão críticos e participativos, portanto, autônomos. Essa hipótese é gerada a partir da revisão teórica sobre as proposições de autores que pesquisaram o ambiente da Educação Musical no contexto de projetos sociais. Lima (2002), ao relatar o Projeto Música & Cidadania, menciona que a musicalização neste espaço é tratada como “foco de identidade entre as crianças e adolescentes” (p. 22) da comunidade aonde o projeto foi realizado. Portanto, este projeto ligado à ONG CEAFIS (Centro de Apoio à Formação Integral do Ser) localizada na periferia da Grande Florianópolis tem a ver com os processos de ensino e aprendizagem musical neste contexto específico e a análise sobre os significados e repercussões disto na prática da comunidade. Também Kleber (2008) explica que foi possível verificar nos ambientes aonde realizou sua pesquisa, duas ONG’s, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo, que o relacionamento interpessoal é influenciado, não apenas pelas trocas realizadas, mas também pelo contexto geográfico aonde estas ONGs funcionam. Santos (2006a) complementa propondo que a educação musical tem tomado dimensões cada vez mais significativas na sociedade e deve ser estudada de acordo com a realidade cultural de cada indivíduo, valorizando, assim, as múltiplas realidades, contextos e características existentes.
Com base na revisão desses trabalhos, deve-se considerar a multiplicidade dos contextos de musicalização em projetos sociais. Para isso, é preciso refletir mais sobre o assunto, atentando para um fato proposto por Kleber (2008):

As implicações para o campo epistemológico da educação musical incidem em uma visão que reconheça que a produção do conhecimento pedagógico-musical deve considerar múltiplos contextos da realidade social, dissolvendo categorias hierárquicas de valores culturais. Para tanto, é preciso refletir sobre as categorias dominantes de mérito artístico e pedagógico, questionando e problematizando, borrando o limite das estruturas de avaliações e julgamento de práticas musicais. Faz-se necessário, também, reexaminar as relações entre o conhecimento da cultura popular e conhecimento estabelecido pela academia, como já tem sido proposto pela área de educação musical (KLEBER, 2008, p. 234).

Kleber refere-se aos trabalhos de Souza, para quem a Educação Musical deve ser compreendida através das teorias do cotidiano: “A perspectiva dessas teorias analisa o sujeito imerso e envolvido numa teia de relações presentes na realidade histórica prenhe de significações culturais” (SOUZA, 2008, p.7).
Desse modo, o ambiente da Educação Musical nos contextos de ONGs pode contribuir para modificar a trajetória dos indivíduos em situação de risco social, tornando-lhes possível o acesso a capitais sócio-econômico-políticos e culturais valorizados pela sociedade. A diversidade cultural deve ser valorizada nestes espaços.

Fonte: http://praticasemeducacaomusical.blogspot.com/2011/01/educacao-musical-em-ongs-e-projetos.html



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 10h34
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Música, Ouvido, Sentimentos, Consciência

Música, Ouvido, Sentimentos, Consciência

A Música é algo curioso. Ela nos chega e toca através da audição. Mas embora seja a audição o forte da música, ela ultrapassa o universo dos sons e penetra no universo da consciência e dos sentimentos.
Isto é engraçado. Como coloca o sociólogo Nildo Viana, a música está entrelaçada com sentimentos e consciência. Refletindo sobre isso, chega-se a conclusão que é verdade. Uma música não é apenas transmissão de sons, mas também de sentimentos e consciência.


Assim, a música crítica é aquela que busca desenvolver uma determinada forma de consciência, a consciência crítica. Os sons, agradáveis ao ouvido, se tornam mais significativos, pois além desta função inicial, passa a ter a função de contribuir com o desenvolvimento da consciência.
A música que toca no mais íntimo das pessoas mostra sua relação com os sentimentos. A recordação de uma música nunca é a pura recordação de sons. Ela recorda momentos, lugares, acontecimentos, manifestando sentimentos.


Desta forma, a música, em sua totalidade, é som, consciência e sentimento. Certamente, tanto de quem a produz quanto de quem a ouve.
A música é uma rica totalidade que nos agrada. Claro, algumas agradam mais, despertam mais a consciência e bons sentimentos, outras, nem tanto. Mas isto não anula o fato da música ser uma totalidade expressiva, significativa, uma das grandes invenções humanas, muitas vezes bem utilizada, embora nem sempre.

Fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/musica-ouvido-sentimentos-consciencia



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 10h23
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Música e criatividade



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 21h07
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Exercitando intervalos

 

Um dos maiores erros do cantor é achar que teoria, solfejo e percepção não são coisas úteis para o canto, especialmente o popular.
Sim, o cantor não só deve como tem obrigação de estudar intervalos e saber o básico da harmonia.

Sendo a voz um instrumento rico e muito flexível, é comum pequenos desalinhos de afinação pelo simples fato de não sabermos exatamente o que estamos cantando.
O cantor precisa sentir-se mais músico e principalmente ter a consciência de que o estudo é necessário para todos os instrumentos, e não é a voz um instrumento?

Aqui uma sugestão de livro interessante e essencial para o cantor, em especial para os que compõe e elevam seu instrumento a outros padrões de improvisação e criação musical. O livro "Canto uma consciência melódica" faz um estudo dos intervalos musicais de forma simples e de fácil entendimento através dos vocalizes que de quebra trabalham a voz e auxiliam no aprimoramento da técnica.

Mas atenção: como tudo que envolve a voz, não deixe de consultar e ter o auxilio de um professor de canto. As regras do jogo continuam as mesmas, use com moderação pois seu instrumento é único e insubstituível.

Fonte: http://cissalaval.blogspot.com/

 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 19h15
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Música e superação

Sentir a música; dançar a música; sentir sem limites...



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 18h41
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Poder da Música

O Poder da Música

Ascom-FG

Diminuir o estresse, aumentar a energia ou relaxar. Basta saber usar o que toca nas rádios e nos CDs para montar a melhor trilha sonora da sua vida. Freqüentemente, a música é associada a eventos significativos da vida, e ultrapassa todas as línguas e barreiras culturais. Ela é muito mais do que diversão. Ritmo, harmonia e melodia são capazes de gerar sensações de calma, ansiedade, paz, medo; de alterar o comportamento das pessoas; e até de ajudar a tratar de problemas de saúde.

Uma das primeiras referências escritas sobre o poder da música aparece na Bíblia (I Samuel, capítulo XVI, versículo 23). Consta que Davi tocava sua harpa para aliviar a depressão e os ataques de fúria do rei Saul. Há séculos políticos, governantes e igreja usam a música em prol das suas idéias.

A fim de ajudar a fixar fórmulas e teorias professores também fazem uso da música em suas aulas. Ninguém questiona o poder que ela exerce sobre o humor de cada um. Capaz de acalmar ou agitar, ela está sendo usada também cientificamente para curar.

Pesquisas realizadas com modernos equipamentos de tomografia e ressonância magnética comprovaram que a música consegue alterar a atividade cerebral e influenciar o fluxo de neurotransmissores como a serotonina, que controla o humor e a sensação de prazer, e a endorfina e a encefalina, responsáveis pelo estado de bem-estar e de total relaxamento, respectivamente. Além disso, a música também consegue mudar a freqüência cardíaca e a respiratória. E mesmo sem saber dos seus benefícios ou talvez sem dar conta de seu poder, quase todo mundo usa, instintivamente, a música a seu favor. Escolhe as românticas para embalar o namoro, as mais agitadas para dar aquela energia antes da noitada e, na hora de dormir, liga o rádio baixinho e com melodias tranqüilas.

Em geral a receita é mesmo essa: músicas menos dissonantes, como a erudita, trazem sensação de calma e tranqüilidade; já as ritmadas, como rock, causam euforia. Mas nem sempre isso dá certo. Para um adolescente, por exemplo, ouvir Bach (compositor usado na musicoterapia para relaxar) pode ser uma tortura. Os jovens normalmente se sentem melhor com músicas mais agitadas. A história e o gosto musical influenciam na sensação individual. Por isso, não desperdice esta dica. Escolha músicas que tragam boas sensações e lembranças agradáveis. Crie uma trilha sonora para usar em momentos de tensão ou para relaxar no final do dia. Você pode gravar apenas um trecho de cada música e ouvir essa fpelo menos uma vez por semana. É como recarregar as baterias para o dia seguinte.



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 14h12
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Música e criança

A música e o desenvolvimento social da criança


A música também traz efeitos muito significativos no campo da maturação social da criança. É por meio do repertório musical que nos iniciamos como membros de determinado grupo social. Por exemplo: os acalantos ouvidos por um bebê no Brasil não são os mesmos ouvidos por um bebê nascido na Islândia; da mesma forma, as brincadeiras, as adivinhas, as canções, as parlendas que dizem respeito à nossa realidade nos inserem na nossa cultura.

Além disso, a música também é importante do ponto de vista da maturação individual, isto é, do aprendizado das regras sociais por parte da criança. Quando uma criança brinca de roda, por exemplo, ela tem a oportunidade de vivenciar, de forma lúdica, situações de perda, de escolha, de decepção, de dúvida, de afirmação. Fanny Abramovich, em memorável artigo, afirma:

Ò ciranda –cirandinha, vamos todos cirandar, uma volta, meia volta, volta e meia vamos dar, quem não se lembra de quando era pequenino, de ter dados as mãos pra muitas outras crianças, ter formado uma imensa roda e ter brincado, cantado e dançado por horas? Quem pode esquecer a hora do recreio na escola, do chamado da turma da rua ou do prédio, pra cantarolar a Teresinha de Jesus, aquela que de uma queda foi ao chão e que acudiram três cavalheiros, todos eles com chapéu na mão? E a briga pra saber quem seria o pai, o irmão e o terceiro, aquele pra quem a disputada e amada Teresinha daria, afinal, a sua mão? E aquela emoção gostosa, aquele arrepio que dava em todos, quando no centro da roda, a menina cantava: “sozinha eu não fico, nem hei de ficar, porque quero o ...(Sérgio? Paulo? Fernando? Alfredo?) para ser meu par”. E aí, apontando o eleito, ele vinha ao meio pra dançar junto com aquela que o havia escolhido... Quanta declaração de amor, quanto ciuminho, quanta inveja, passava na cabeça de todos.

(1985, p. 59).

Essas cantigas e muitas outras que nos foram transmitidas oralmente, através de inúmeras gerações, são formas inteligentes que a sabedoria humana inventou para nos prepararmos para a vida adulta. Tratam de temas tão complexos e belos, falam de amor, de disputa, de trabalho, de tristezas e de tudo que a criança enfrentará no futuro, queiram seus pais ou não. São experiências de vida que nem o mais sofisticado brinquedo eletrônico pode proporcionar.

Mais tarde, já às voltas com as dores e as delícias do adolescer, ainda uma vez a música tem papel de destaque. Sem sombra de dúvida, a música é uma das formas de comunicação mais presente na vida dos jovens. Inúmeras vezes, é por meio da canção que temáticas importantes na inserção social desse jovem, não mais como criança, mas agora como preparação para a vida adulta, lhe são apresentadas. Como exemplo, temos os videoclipes que apresentam a jovens de classe média a dura realidade do racismo, da vida nas periferias urbanas e que podem ser utilizados por pais e educadores como forma de estabelecer um diálogo, uma porta para a construção da consciência cívica.

À guisa de conclusão, faremos agora uma breve reflexão sobre como podem os pais e adultos que se incumbem da educação de crianças agir em relação à sua formação musical. Comecemos, portanto, do útero. Como já foi dito, fetos reagem a estímulos sonoros externos e, portanto, deve ser benéfico que a mãe possa, ela mesma, desenvolver atividades musicais. Se você teve a oportunidade de aprender um instrumento musical, pratique-o muito durante a gravidez. Caso não seja esse o seu caso, cante bastante, pois esse instrumento – a voz – está bem aí ao seu alcance: utilize-o, entre para um coral, aprenda cantigas de ninar, cante no banheiro!

Além de cantar, ouça também boa música. Aproveite esse período para ficar a par de boas produções musicais para criança. Muitos pais reclamam, com razão, do lixo musical que infesta os grandes meios de comunicação. Contudo, há um razoável número de CDs de boa qualidade, voltado para o público infantil, como por exemplo, toda a obra de Bia Bedran, a Coleção Palavra Cantada, entre outros. Vale a pena buscar aqueles discos de vinil que fizeram sua alegria quando pequena (Saltimbancos, Arca de Noé, Coleção Disquinho), pois a maior parte deles já se encontra remasterizada para CD. Se você se dispuser a formar um pequeno acervo, não se preocupe com o lixo que seu filho ouvirá lá fora: oferecendo outras alternativas, dentro de casa, certamente ele terá meios para uma escolha mais crítica.

Mais tarde, depois do nascimento, faça dos momentos junto ao bebê momentos de puro prazer: cante enquanto lhe dá banho, faça brincadeiras ritmadas na troca de fralda, toque seu corpo ao ritmo da canção. E, principalmente, não abra mão das cantigas de ninar. Esqueça a conversa de que isso “põe a criança mimada”: atualmente, pediatras são unânimes em estimular esse contato. Lembre-se: criança quieta, que dorme sozinha, que não reclama companhia, nem sempre é sinônimo de criança feliz. Muitas vezes, o bebê super independente de agora, poderá vir a ser o adulto carente de amanhã.

Caso você sinta necessidade, procure serviços especializados na musicalização de bebês. Busque informações sobre os profissionais envolvidos, assista a algumas aulas, certifique-se do tipo de trabalho desenvolvido. Mas lembre-se: não busque por aceleração de aprendizagem, pela formação precoce de virtuoses. Tenha em foco apenas a possibilidade de momentos prazerosos e estimulantes para seu bebê. Todo o resto, que poderá vir a acontecer ou não, será lucro.

Mais tarde, por volta dos quatro, cinco anos, é comum os pais se perguntarem se não estará na hora de aprender um instrumento. É importante saber que o processo de musicalização deve anteceder o aprendizado de um instrumento específico. Em geral, as boas escolas de música desenvolvem um trabalho anterior, de vivência e sensibilização musical, para depois, quando a criança já se encontra alfabetizada, iniciar as aulas de instrumento e de leitura musical. Se esse for o seu interesse, vá em frente; caso não o seja, insista para que na escola de seu filho a música tenha espaço no currículo. Esse espaço não significa necessariamente uma aula específica de música: no caso da educação infantil, essa fragmentação do trabalho pedagógico nem é a mais indicada pelas tendências educativas mais sólidas. Esse espaço pode ser concretizado mesmo nas atividades de rotina, no repertório utilizado, nas brincadeiras musicais, na freqüência a eventos promovidos pela escola. Por outro lado, a presença de um professor especialista, um licenciado em música, pode potencializar um trabalho de qualidade, na parceria com os demais educadores: o importante é que esse trabalho não seja artificial, isolado do projeto pedagógico como um todo.

Por fim, dois lembretes: 1) todas essas atividades e preocupações, desde os embalos para ninar até a verificação do trabalho musical da escola são da responsabilidade de mães e pais, sem exceção; 2) não descuide do repertório. Isso pode parecer difícil, mas tente utilizar a mesma tática da boa alimentação: um fast food, de vez em quando, não faz mal a ninguém, desde que a nutrição básica seja feita por meio de uma dieta balanceada, rica em verduras, frutas, cereais e proteínas. Da mesma forma, os malefícios de se ouvir música descartável na TV podem ser minimizados se, em casa, você “nutrir” os ouvidos e cérebros de seus filhos com música rica, estimulante e de boa qualidade.

Monique Andries Nogueira -Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo – USP. Profª. Adjunta da Faculdade de Educação da UFG.       

Fonte: http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/infancia/G_musica.html



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 14h42
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A Saúde Vocal

Dicas para cuidar bem da sua voz

 

A utilização da voz humana como forma principal ou exclusiva de trabalho categoriza as profissões em dois grandes grupos: vocais e não-vocais.


As áreas da comunicação e artes, em especial os locutores, cantores e atores fazem parte do grupo dos profissionais vocais. Para estes a voz é seu principal instrumento de trabalho, embora nem sempre eles tenham consciência disso. É importante ressaltar que para ser um bom profissional desta área é fundamental cuidar bem da voz, mantendo saúde e estética vocal. Para tanto deve-se buscar a orientação e acompanhamento vocal com profissionais habilitados, pois a manutenção saudável e estética da voz garantem a estes permanência no mercado de trabalho.

Hoje, na era da comunicação, já é mito afirmarmos que somente os vocalmente "bem-dotados" podem exercer profissões vocais. As práticas fonoaudiológicas, legalmente reconhecidas na área da saúde, auxiliam no desenvolvimento do potencial vocal saudável sem recursos medicamentosos ou cirúrgicos. Apesar disso, o desconhecimento da higiene vocal tem levado muitos a manifestarem doenças laríngeas leves, e as freqüentes repetições destas afecções chegam até mesmo à agravamentos que culminam em tratamentos cirúrgicos.

O alto índice de alterações vocais nos profissionais da voz tem merecido especial atenção dos fonoaudiólogos, pois a utilização da voz inadequada, resulta em uso abusivo do aparelho fonador. A exposição aos fatores nocivos como falar/cantar prolongadamente em ambientes ruidosos, sem tratamento acústico apropriado, ou mesmo o inocente hábito de pigarrear bruscamente, sempre antes do ato da fala, deixam o falante mais vulnerável. Alguns profissionais utilizam erradamente como prevenção aos problemas vocais pastilhas, conhaques, gengibre, sprays, entre outros. É ainda muito comum encontrarmos locutores, atores e cantores dedicando grande parte do seu tempo em ensaios e preparos de leituras, sem contudo investir igual atenção na forma saudável de apresentá-las.

É preciso conhecer e desenvolver medidas preventivas, mudando pequenos hábitos e comportamentos no nosso cotidiano, não apenas quando a rouquidão aparece. Alguns cuidados básicos devem ser observados, como:

1- disciplinar os horários de trabalho para que haja repouso vocal após cada apresentação;

2- hidratar-se com 7 à 8 copos de água por dia;

3- evitar a ingestão de drogas inalatórias ou injetáveis que têm ação direta sobre o laringe e a voz, além de alterações cardiovasculares e neurológicas.

4- evitar o uso do fumo, inclusive da maconha, pois a aspiração provoca um super aquecimento no trato vocal deixando a voz mais grave (grossa);

5- utilizar roupas leves que permitam a livre movimentação do corpo, principalmente na região do pescoço e cintura, onde estão situados a laringe e o músculo diafragma;

6- evitar a ingestão de refrigerantes, comidas gordurosas ou condimentadas, pois estes produzem gases e refluxo gastroesofágico prejudicando os movimentos respiratórios, além de lesar a mucosa;

7- evitar as mudanças bruscas de temperatura no ar ou líquido;

8- realizar exercícios de relaxamento regularmente, liberando a tensão corporal evitando a produção vocal com esforço e tensão;

9- realizar avaliações auditivas e fonoaudiológicas periódicas.

10- manter a melhor postura da cabeça e do corpo durante a fala ou canto.

O melhor seguro que os profissionais vocais podem fazer para preservar seu instrumento de trabalho é manter a saúde vocal.

E-mail da autora: fonorpsilva@yahoo.com.br

Rosane Paiva da Silva

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/tecnica_vocal/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 14h17
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Daniel Gileade, filho de Jabes-Gileade se identificando com o piano

O Daniel Gileade, meu filho, adora instruentos musicais e principalmente de ouvir e dançar uma boa música.

E o seu filho, gosta de música? Ele é daqueles que dança quando ouve qualquer ritmo e adora brinquedos que tocam canções?

Se sim, aproveite e incentive a musicalidade desde bem cedo. A partir dos oito meses os bebês já podem participar de aulas voltadas para desenvolver o prazer de ouvir e fazer música.

Claro que ninguém espera que aulas transformem seu bebê em um musicista profissional antes mesmo de ele aprender a falar, mas os benefícios da musicalização infantil são vários, a concentração, a coordenação motora e até a sociabilização.

 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h41
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CONHEÇA AS COMPOSIÇÕES DO AUTOR DESSE BLOG

 

 



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h06
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MUSICALIZAÇÃO INFANTIL

 

O que é a musicalização?

Em termos específicos, é tornar um indivíduo sensível e receptivo ao fenômeno sonoro, promovendo nele, ao mesmo tempo, respostas de índole musical.

Em termos práticos, é a pré-escola da música. É a música agindo pela música.

Com a reunião e o desenvolvimento dos métodos é que buscamos atender musicalmente as vivências das crianças, através de sua participação criadora. Pelo aproveitamento desse dom é que se consegue ingressá-los não só na atividade musical, e na forma de expressão, mas também na aprendizagem musical de aquisição de conhecimentos básicos. Efetua-se dessa forma, a musicalização através da atividade intuitiva, que cria um estado mental intelectual favorável à aquisição de conhecimentos musicais.

Quando uma criança ingressa na pré-escola, quais são os objetivos almejados pelos pais, além do início da alfabetização de seu filho? Transferindo estes aspectos para termos musicais e encontraremos aqui uma potente ferramenta de educação voltada para o desenvolvimento global da criança.

O desenvolvimento da musicalidade nas crianças deve estar em conformidade com sua vivência musical e com os métodos utilizados. A musicalização , por si só, já se inicia no lar, com a oferta de ferramentas à criança para que ela descubra os sons e seu universo (discos, canções, instrumentos, objetos sonoros variados, gravuras relacionadas, etc). Na escola, no entanto, deverá se realizar o direcionamento deste interesse para o desenvolvimento de outros aspectos ligados à criança (criatividade, coordenação motora, lateralidade, lógica, estética, etc). Não aconselhamos que se inicie nesta idade o aprendizado musical, que difere da musicalização pelo fato de que, no primeiro, tratamos da aprendizagem de manuseio técnico de um instrumento musical, que deverá aparecer numa segunda etapa, com aproveitamento da musicalização já trabalhada e com a criação do vínculo e do gosto entre a música e a criança.

Por que musicalizar?

A musicalização, além de transformar as crianças em indivíduos que usam os sons musicais, fazem e criam música, apreciam música, e finalmente se expandem por meio da música, ainda auxiliam no desenvolvimento e aperfeiçoamento da:

    - Socialização
    - Alfabetização
    - Inteligência
    - Capacidade inventiva
    - Expressividade
    - Coordenação motora e tato fino
    - Percepção sonora
    - Percepção espacial
    - Raciocínio lógico e matemático
    - Estética

O objetivo central da educação musical é a educação pela música, que engloba vários aspectos do desenvolvimento humano. Entre estes, citamos:

1. Desenvolvimento da manifestação artística e expressiva da criança

A educação musical pretende desenvolver na criança uma atitude positiva para este tipo de manifestação artística, capacitando-a para expressar seus sentimentos de beleza e captar outros sentimentos, inerentes a toda criação artística.

Assim como se utiliza da palavra ou gestos para manifestar suas idéias, terá como meio de expressão mais uma forte ferramenta na construção de seus argumentos - a música. As crianças tendem a pensar na música como sendo sobre "coisas", isto é, como contando histórias, expressando idéias, vivendo situações.

Há estudos sobre crianças autistas (Gardner - As artes e o desenvolvimento humano), em que "estas crianças, extremamente perturbadas e que freqüentemente evitam o contato interpessoal e talvez nem falem, possuem capacidades musicais incomuns. Isto talvez, porque houvessem escolhido a música como principal canal de expressão e comunicação, ou também porque a música é tão primariamente hereditária e que precisa de tão pouca estimulação externa quanto o falar ou andar de uma criança normal." Por exemplo, uma criança de 18 meses que cantava árias de ópera, embora só viesse a falar com 3 anos de idade; de 30 crianças autistas, apenas uma não mostrava interesse pela música.

2. Desenvolvimento do sentido estético e ético

Durante o processo de criação e depuração dos elementos musicais, ou mesmo no processo de expressão, busca-se aí o equilíbrio e a crítica sobre o conceito do belo, do pleno, do satisfatório. As campanhas de mídia pelas quais passamos nestes dias, trabalham muito fortemente sobre nosso poder de julgamento e decisão . Muitas vezes, esquecemos se algo é realmente bom, ou bonito ou dispensável. Simplesmente aceitamos. A criança tem sido um grande alvo da mídia e também sofre esta influência.

Através da música, com seus valores estéticos intrínsecos, e de atividades voltadas especialmente para o desenvolvimento do valor estético, pretende-se resgatar o sentido do belo e do justo em relação às coisas que nos rodeiam e também às nossas atitudes. O poder de escolha intermedia a busca da estética, e esta exteriorização é a base da ética.

3. Desenvolvimento da consciência social e coletiva/ética

Quando a criança canta, ou está envolvida com papéis de interpretação sonora em coletividade, sente-se integrada em um grupo e adquire a consciência de que seus componentes são igualmente importantes. Compreende a necessidade de cooperação frente aos outros, pois da conjunção de esforços dependerá o alcance do objetivo comum.

Quando estuda música em conjunto, torna-se mais comunicativa e convive o tempo inteiro com regras de socialização. Existe a possibilidade de respeitar o tempo e a vontade do outro, criticar de forma construtiva, ter disciplina, ouvir e interagir com o grupo.

4. Desenvolvimento da aptidão inventiva e criadora

A educação através das artes proporciona à criança a descoberta das linguagens sensitivas e do seu próprio potencial criativo, tornando-a mais capaz de criar, inventar e reinventar o mundo que a circunda.

E criatividade é essencial em todas as situações. Uma criança criativa raciocina melhor e inventa meios de resolver suas próprias dificuldades.

A criança se envolve integralmente com a música e a modifica constantemente, exercitando sua criatividade, e transformando-a pouco a pouco numa resposta estruturada de acordo com seus objetivos.

A criatividade é ilimitada no ser humano. Atualmente, com o crescimento tecnológico e a busca de soluções cada vez mais aprimoradas para os problemas vividos pelo homem atual, busca-se incansavelmente o desenvolvimento da imaginação humana, semente de toda a evolução.

5. Busca do equilíbrio emocional

Para os gregos, a educação musical aprimorava o caráter e tornava úteis os homens em palavras e ações, e os estudos de música começavam na infância e se estendia por toda a vida.

Também o jogo musical, que não se liga a interesses materiais ou competitivos, mas absorve a criança, estabelece limites próprios de tempo e espaço, cria a ordem e equilibra ritmo com harmonia.

6. Reconhecimento dos valores afetivos

Para Piaget, o afeto é o principal impulso motivador dos processos de desenvolvimento mental da criança e, para Celso Antunes, a afetividade pode ser construída através de estímulos adequados e medidos. Através da música e de seu processo de criação, torna-se aqui a criança o criador, o gerador, formando um eterno vínculo com sua produção ou autoria . "Fui eu quem fiz!" eles dizem com satisfação. Este é fator positivo para o desenvolvimento de sua auto-estima e identificação de suas motivações.


[*] - Nota: Os editores do Música Sacra e Adoração não localizaram informações acerca do autor deste artigo. Qualquer contribuição acerca desta informação será bem-vinda.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/musicalizacao/musicalizacao_infantil.htm



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 10h11
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Já pensou num filme sem uma trilha sonora, ou pior, com uma trilha sonora ruim, toda aquela emoção do “finalmente” Beijo, ou das guerras não existiria! Ou talvez ganhasse outro sentido! Nesse video podemos ver claramente como o som pode transformar um video. Confira!



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 10h00
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CURIOSIDADES

Os 10 álbuns mais vendidos da história

Mesmo depois de sua morte, o rei do pop Michael Jackson continua vendendo muito. Seu álbum “Thriller”, lançado em 1983, vendeu algo em torno de 120 milhões de cópias, sendo assim, o mais vendido da história da música.

Confira abaixo os outros álbuns mais vendidos:

2- Eagles – Their Greatest Hits 1971-1975- Asylum – 1976 (42 milhões de cópias)
3- Led Zeppelin – Led Zeppelin IV- Atlantic – 1971 (37 milhões de cópias)
4- Pink Floyd – The Dark Side Of The Moon- Harvest – 1973
5- Fleetwood Mac - Rumours- Warner Bros. – 1977
6- Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band - Parlophone / Capitol – 1967
7- AC/DC – Back In Black - Atlantic – 1980
8- Soundtrack – Saturday Night Fever – RSO – 1978
9- Shania Twain – Come On Over – Mercury – 1997
10-Alanis Morissette - Jagged Little Pill - Maverick / Sire – 1995

O primeiro CD musical

O primeiro CD gravado em larga escala foi do pianista chileno naturalizado americano Claudio Arrau, onde continha músicas de Chopin, em 1982. No Brasil, o primeiro álbum foi Curare”, da cantora e compositora Rosa Passos, lançado em 1991.

A canção mais regravada no mundo

Essa é uma das discussões mais controversas e polêmicas do meio musical. Até hoje não existe um consenso. A princípio, oficialmente dá-se à “Yesterday” de Paul McCartney o título de a mais regravada, cerca de 6 mil versões diferentes, mas há quem diga que seja “Imagine” de John Lennon. Outra corrente defende a teoria de que “Feelings” do brasileiro Morris Albert seja a mais regravada.

A música mais longa da história

A música “As Slow As Possible” (Tão Lento Quanto Possível), composta por John Cage, falecido em 1992, é a música mais longa, e que ninguém poderá ouvi-la toda. Ela foi escrita para durar 639 anos. Só as três primeiras notas musicais levaram um ano e meio para serem executadas. A música vem sendo executada por um órgão lá na Alemanha.

 

A IMPORTANCIA DA PUBLICIDADE

A linguagem radiofonica e produção de publicidade é a divulgação de musicais. Conclui-se que apesar de distriubuição da linguagem radiofonica, informação , publicidade e musica  pode-se  apresentar a maior diversidade de programas,  sendo eles culturais , musicais , informativos e informação de serviços.



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h17
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CANTO CORAL

O canto coral proporciona a convivência entre os integrantes e traz muitos benefícios para a saúde. Através dos exercícios vocais, muitas pessoas conseguem diminuir ou até mesmo abandonar o uso do fumo e do álcool. Atualmente, empresas públicas e privadas têm considerado esses e outros pontos positivos do canto coral, incentivando a formação de grandes grupos. No coral, todo o trabalho é comunitário. Não existem estrelas ou cargos, e sim, vozes que se complementam. Basta fazer uma verificação vocal e participar da rotina de ensaios, No Brasil, a entidade máxima do canto coral é a Confederação Brasileira de Coros, que tem como vice-presidente para a região nordeste o maestro Antonio Sérgio Teles das Chagas, que dirige o Grupo Vocal Vivace, em Aracaj u, e os corais da Petrobrás, entre outros, tendo participado de inúmeros festivais e encontros por todo o Brasil e no exterior. Com sua experiência, ele conta um pouco da história do canto coral no país e destaca os principais aspectos dessa atividade.

 

No Brasil Colonial

O canto coral surgiu no Brasil ainda no período colonial, sob influência da corte européia. Na época, os cânticos para as missas nas igrejas já eram inspirados em músicas elaboradas para grupos vocais das congregações existentes. A partir de então, todo o desenvolvimento artístico foi acontecendo de acordo com os movimentos na Europa. O primeiro estilo musical no Brasil foi denominado barroco “tardio”, pois o movimento barroco já havia praticamente terminado no continente europeu. “O canto coral ganhou destaque nacional através do maestro Villa Lobos e seus concertos ao ar livre com grandes corais escolares. O maestro foi o responsável pela inclusão do canto orfeônico no currículo escolar. As aulas de canto duraram até a década de 70, quando reformas educacionais criaram a disciplina educação art ística, ampliando o ensino para outras artes”, conta Antônio Sérgio.

Um benefício para a saúde

Em corais, não existem destaques individuais. Todo o trabalho é feito em conjunto. Ao ingressar em um grupo, o primeiro passo é fazer a verificação vocal. Entre as mulheres, as classificações básicas são Sopranos, para as vozes agudas, e Contraltos, para as vozes graves. Entre os homens, as classificações são Tenores, para as vozes agudas, e Baixos, para as vozes graves. De acordo com o timbre de cada pessoa, há ainda as classificações intermediárias, que são a Mezzo-soprano, para as vozes femininas, e os Barítonos, para as vozes masculinas. “O horizonte do canto coral é vasto. A partir da classificação de cada integrante, há grupos especializados somente no estilo renascentista francês, somente em clássico/lírico ou somente em MPB. O que importa não é a qualidade da música, mas a forma como c ada uma é executada”, afirma o maestro. Para Antônio Sérgio, além do aprendizado musical, o canto coral proporciona diversos benefícios para a saúde. A educação vocal ensina principalmente a controlar a respiração, o que é essencial para manter uma boa circulação sangüínea e, assim, aumentar a resistência física. Um resultado importante do trabalho respiratório é o abandono parcial ou total do fumo e do álcool pelos integrantes, já que ambos prejudicam os pulmões e os reflexos auditivos e visuais. A coordenação correta das cordas vocais permite ainda manter saudáveis a laringe e a faringe. “O coral é sinônimo de democracia: todos se ajudam. É um trabalho comunitário que traz benefícios para os integrantes, para as empresas que os organizam e para a saúde de cada um”, conclui.


Fonte: http://www.pr4.ufrj.br/canto-coral.htm



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h12
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APRENDA A TOCAR VIOLÃO SEM PAGAR NADA

Ascom/FG

Muitas pessoas alegam não ter condições financeiras e até mesmo não ter tempo para aprender tocar um instrumento. Graças ao avanço tecnológico vemos a cada dia o conhecimento se democratizando e se tornando acessível para todas as pessoas. Com um pouco de empenho, dedicação e força de vontade você conseguirá através da internet aprender a tocar violão.

Acesse o link e aprende de graça: http://www.primecursos.com.br/violao-popular-basico/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 14h35
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CURIOSIDADES SOBRE A MÚSICA

Ascom/FG

 

  • Como e quando surgiu a música?

Pra começar, é difícil dizer quando e como surgiu a música. Muitos acreditam que surgiu com a criação do universo, sendo uma coisa Divina, outros acham que começou com os sons produzidos pelos primeiros seres vivos do universo a bilhões de anos. Ela então teria sido apenas decodificada pelo homem, ganhando diversos instrumentos para trasmitir seus sons.

 

  • O surgimento do violão

violaoExistem duas hipóteses mais prováveis sobre a criação do violão. A primeira diz que o instrumento é derivado da khetara grega, e teria sido levada pelos romanos à península Ibérica (região onde situa-se Portugal e Espanha) no século I a.C. Lá, teria ganhado a forma que se assemelha aos tempos de hoje, só que com três cordas a princípio.

A segunda diz que o violão deriva-se do alaúde árabe, levado à península Ibérica na época da invasão muçulmana, na Batalha de Guadalete, ocorrida no ano 711. Com a influência islâmica que durou alguns anos na região, o instrumento foi se popularizando e se adaptando à cultura local.

 

  • A primeira música gravada

Os créditos sobre a primeira gravação eram dados a Thomas Edison que, antes de inventar a lâmpada elétrica, criou o fonógrafo, em 1877. Durante o processo de criação, ele cantou um poema para testar o invento. Mas alguns cientistas americanos acabaram descobrindo uma gravação feita em 1860, 17 anos antes da outra feita por Edison, mostrada logo a seguir no vídeo:

 

Já no Brasil, a primeira música gravada foi “Isto é Bom”, do cantor e compositor baiano Xisto Bahia, em 1902. Confira o vídeo desta também:

A criação dos discos discos 78_rpm A criação dos discos é creditada ao canadense Émile Berliner, na década de 1870, feitos de goma-laca, material negro e opaco. A princípio, não havia um padrão de velocidade e tamanho dos discos. Só na década de 1910 é que os discos passaram a ter a velocidade padrão de 78 rpm (rotações por minuto) com 25 cm. Já os LP’s (Long Play) surgiram no final da década de 40, produzidos com material plástico, mais leves, práticos e mais resistentes que os de 78 rpm Espero que tenham gostado dessa primeira parte. Em breve trarei outras curiosidades sobre música. Fonte: A Evolução do Violão na História da Música / Autor: Eduardo Fleury Nogueira / 1991 / São Paulo



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 14h10
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CRIANÇA CANTA E ENCANTA



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h58
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CRIANÇA TOCANDO FLAUTA DOCE



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 11h50
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CRIANÇAS TOCANDO INSTRUMENTOS



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h27
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Criança tocando Flauta



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h23
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Lucas - Sanfoneiro



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h19
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Criança tocando violino



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h17
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Baterista de 3 aninhos



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h11
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Criança de 4 anos tocando TicoTico no Fubá



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h07
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CRIANÇAS TOCANDO VIOLÃO



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 09h05
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Bom saber...

Como a música pode ajudar meu filho?

Bebês e crianças pequenas, de 1 a 3 anos, têm muito a ganhar ouvindo música. É divertido e estimula o movimento, o que é importante para os pequenos desenvolverem habilidades físicas e coordenação motora. Crianças aprendem se movimentando.

A música também ajuda a fortalecer seu vínculo com seu filho, pois ele vai adorar ver você dançar ou cantar. Imagine só a alegria que vocês vão compartilhar dançando ao som de melodias suaves, ou como ele vai se divertir pulando com músicas mais enérgicas.

Não há provas científicas de que crianças expostas à música desde cedo fiquem mais inteligentes, como se chegou a acreditar. Mas há muitos outros benefícios.

Que tipo de música é melhor para o meu filho?

Deixe seu filho escutar o que ele gostar. Experimente suas próprias músicas favoritas. Não é porque ele é criança que só pode ouvir música de criança. Teste música erudita, samba, rock, o que quiser. Qualquer opção com uma boa melodia ou uma batida interessante funciona -- mas músicas lentas podem funcionar melhor na hora de dormir.

De manhã, toque música clássica (experimente algo bem alegre, como um concerto para piano de Chopin ou "As Quatro Estações", de Vivaldi), para ele acordar com o astral leve e para cima.

Crianças mais velhas podem gostar ainda de músicas com letras que consigam acompanhar. Há muita coisa boa no mercado de música infantil. Músicas de adulto que tenham letras interessantes ou engraçadas também façam sucesso.

Na hora de escolher a música, pense em algo simples e alegre. Talvez você prefira ficar longe de rock, grunge ou rap, mas tudo depende de cada família.

As seleções musicais não precisam ser só gravadas. Cante você, de vez em quando. Músicas com trocadilhos, como "O sapo não lava o pé", são divertidas, assim como as com gestos. Se seu repertório está meio enferrujado, pergunte na escola que música as crianças gostam de cantar, ou então em uma loja de CDs.

Tocar um instrumento musical ajuda a criança?

Sim, se a criança tiver pelo menos 3 anos. É quando os circuitos do cérebro necessários para o aprendizado de música começam a amadurecer. Estudos sugerem que aulas de música beneficiam o cérebro. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia em Irvine mostra que crianças de 3 e 4 anos que estudavam piano se saíram melhor em testes que mediram seu raciocínio espacial e temporal (a capacidade de pensar no espaço e no tempo) do que as que não estudavam o instrumento.

O autor do estudo, Gordon Shaw, diz que essas crianças podem até aprender a decifrar problemas matemáticos complexos mais cedo do que outros que não tiveram treinamento musical. O piano é um bom instrumento para começar, diz Shaw, porque as crianças não precisam ser boas em um dedilhado especial, como acontece com o violão ou violino.

Além disso, a progressão linear das teclas do piano ajuda a entender o conceito de escala musical.

Outro estudo sugere que aulas de música aguçam o cérebro, mas a pesquisa foi feita com crianças mais velhas. Cientistas da Universidade Chinesa em Hong Kong publicaram um estudo na revista "Nature" afirmando que crianças que estudaram música por pelo menos seis anos, antes de completar 12 anos, aprenderam mais palavras do que as outras.

Martin Gardiner, da Escola de Música de Providence, em Rhode Island (EUA), examinou o efeito das aulas de música e de arte em um grupo de crianças de 5 a 7 anos que eram consideradas "atrasadas". De acordo com a revista "The Economist", após sete meses de aulas, o grupo passou por um teste de leitura, escrita e matemática e mostrou que havia alcançado os outros amiguinhos em leitura e escrita e que os havia ultrapassado em matemática.

Atenção aos limites

Deixe a música ser uma parte integral da vida de seu filho, mas não tente transformá-lo em um gênio musical. Crianças-prodígio, como Mozart, que escreveu sua primeira sinfonia aos 8 anos de idade, são raras.

Se você oferecer ao seu filho a chance de viver cercado de música, variando os estilos, ele provavelmente será uma pessoa que gostará de todo tipo de música, o que já é grande coisa.

Encoraje-o a aprender um instrumento musical, mas não force. Deixe-o curtir. É um processo de enriquecimento. O importante é manter a música presente. Quando você expõe uma criança à cultura, ela adquire um gosto pelas coisas da vida que proporcionam bem-estar e satisfação -- como a música.

É melhor não deixar seu filho usar fones de ouvido. A audição dele é preciosa. Na adolescência têm sido muito frequentes as lesões auditivas sérias e definitivas pelo uso de fones de ouvido em volume elevado.

Fones de ouvido só devem ser permitidos a partir dos 7 ou 8 anos de idade, e mesmo assim se a criança obedecer aos pais e não exagerar no volume. Se outra pessoa consegue ouvir qualquer som, que não a que está com os fones, é porque o volume está muito alto.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/toddler/linguagem/musica/



Escrito por Ascom - Fundação Gileade às 08h19
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